quarta-feira, 17 de julho de 2013

Porto Maravilha terá prédio entregue em dezembro

19/06/2013 - Brasil Econômico

O primeiro empreendimento imobiliário anunciado dentro do projeto do Porto Maravilha, na região portuária do Rio, ficará pronto até o final do ano. Ontem, o Port Corporate Tower, que teve as obras iniciadas em março do ano passado, após a implosão do moinho Marilú, entrou na fase final, com a entrega da última laje que antecede o trabalho de acabamento do prédio. O investimento no empreendimento da Tishman Speyer foi de R$ 250 milhões.

Katherine Farley, diretora sênior de negócios Brasil-China e responsável pela área de Marketing Corporativo global, afirmou ontem, no Rio, que o empreendimento é um marco para o reconhecimento mundial do Rio como umlocal de negócios e investimento.

Serão 22 andares, dos quais 18 destinados a escritórios, ou o equivalente a aproximadamente 35 mil metros quadrados de área locável.

"A região portuária é a nova fronteira de desenvolvimento do mercado imobiliário da cidade, em razão das limitações geográficas do Centro da cidade", afirma Daniel Cherman, presidente da Tishman Speyer. "O nosso pioneirismo nesta nova fronteira está alinhada com a estratégia de negócios que adotamos desde 2001, quando lançamos nosso primeiro projeto na capital", continua ele.

O Port Corporate terá fachada de vidro para aumentar a luminosidade interna e reduzir o uso de energia, além de um telhado verde. Mais de 560 vagas carros estarão disponíveis nos estacionamentos, além de 42 vagas para bicicletas e vestiários com chuveiros para os ciclistas.

Segundo Jorge Arraes, presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP), o Porto Maravilha é o próximo eixo de expansão da cidade, ao lado do atual núcleo comercial e do aeroporto Santos Dumont, do Porto e também de saídas estratégicas para outras regiões do Rio e Grande Rio.

"A decisão de construir o empreendimento demonstra claramente a visão estratégica em relação ao desenvolvimento daquela área, com vocação natural para a expansão do centro financeiro da cidade", afirmou

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