sábado, 27 de julho de 2013

Mais dois investimentos industriais para o Rio

18/06/2013 - O Globo

A Deca, fabricantes de painéis de madeira industrializada, louças e metais sanitários, deu início às operações da primeira unidade no Estado do Rio. A fábrica fica no Distrito Industrial de Queimados, na Baixada Fluminense. A empresa investiu R$ 120 milhões na planta, que vai gerar 600 empregos, informa Conceição Ribeiro, presidente da Codin, companhia fluminense de desenvolvimento industrial. A nova fábrica está instalada em área ocupada anteriormente pela Ideal Standard, outra fabricante do setor de louças. É sinal de vitalidade no mercado fluminense de material de construção.

Em Resende, no Sul fluminense, a Codin negociou com a MAN Latin America a implantação do centro de customização da montadora. Batizada de BMB Mode Center, a unidade vai desenvolver e implementar adaptações encomendadas pelo compradores dos caminhões Volkswagen fabricados no com plexo. A MAN, segundo a Codin investirá R$ 21 milhões na expansão da planta de Resende até 2019. A previsão é abrir, n período, mais 512 empregos d retos na região. Resende form com Porto Real e, mais recente mente, com a Nissan o polo automotivo do estado.

Porto Maravilha

02/07/2013 - IstoÉ Dinheiro, Clayton Netz

Controlada pelas empreiteiras Odebrecht, OAS e Carioca, a Concessionária Porto Novo já investiu R$ 200 milhões na execução das obras de reurbanização do Porto Maravilha, no Rio. Ao todo, a Porto Novo conta com 34 frentes que executam serviços de requalificação dos cinco milhões de metros quadrados da Região Portuária carioca, nas quais serão desembolsados R$ 7,6 bilhões no prazo de 15 anos.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Mais três projetos residenciais para o Porto

13/07/2013 - O Globo, Flavio Tabak

Caixa Econômica está perto de aprovar empreendimentos

A Caixa Econômica Federal está prestes a aprovar três novos projetos residenciais na Zona Portuária. Administrador do fundo imobiliário que detém os Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs), o banco pretende fechar o negócio nas próximas "semanas ou meses", afirma o superintendente nacional de Fundos de Investimentos Especiais da Caixa, Cassio Viana de Jesus.

Até agora, apenas um projeto foi confirmado, o Porto Vida, na Rua General Luiz Mendes de Moraes, perto da Avenida Francisco Bicalho. Serão 1.330 unidades. As negociações com interessados nos três outros projetos estão em fase avançada. O maior deles deve reunir uma ou duas torres residenciais, prédios comerciais, shopping e provavelmente um hotel ou flat.

A novidade vem no momento em que se discute o risco de esvaziamento residencial na região em decorrência do acúmulo de projetos comerciais, uma preocupação do prefeito Eduardo Paes e de arquitetos e urbanistas. Segundo a Caixa, há a preocupação de evitar o esvaziamento moradores e o inchaço de trabalhadores no Porto.

- Avaliamos algumas modelagens (para o maior projeto), e talvez seja uma única torre residencial, só que mais alta. Mas, hoje, os desenhos apontam para duas torres. Será um conceito multiuso. Temos a preocupação de não fazer do Porto Maravilha um lugar exclusivo de um fim, seja residencial, industrial ou comercial. São necessárias residências, sem elas a região fica sem vida depois das 18h, degradada - ressalta o superintendente.

Mais 3.100 apartamentos

Os dois outros complexos devem oferecer apartamentos de dois e três quartos, com cerca de 70 a 90 metros quadrados. Somados, os novos prédios residenciais ofereceriam 3.100 apartamentos. O superintendente ressalta que há uma "curva de absorção" dos projetos e que nem todos podem ser lançados em um curto espaço de tempo. De todas os Cepacs - que permitem construir no novo gabarito e financiam operações urbanas na região -, cerca de 30% já estão comprometidos com empreendimentos diversos. A Caixa decide, caso a caso, se os vende ou se faz permutas e participa do investimento. O modelo ainda não foi decidido.

- Com as 1.300 do Porto Vida, chegaríamos, neste momento, a 4.400 unidades, ou seja, uma população oscilante de quase 15 mil pessoas na região - afirma Viana de Jesus.

Segundo o superintendente de Fundos de Investimentos Especiais da Caixa, não estão descartados sequer projetos no padrão do Minha Casa Minha Vida, do governo federal, programa voltado para pessoas de menor renda:

- Até o momento não formos procurados por interessados em projetos desse tipo, mas não temos restrição. Da nossa parte, não há questão relativa a padrões, e sim à viabilidade econômica do empreendimento.

Após problema no metrô, Rio Eventos admite limitação

24/07/2013 - G1

Após o tumulto causado pela paralisação por duas horas das linhas 1 e 2 do Metrô, nesta terça-feira (23), o presidente da Rio Eventos, da Prefeitura do Rio, Leonardo Maciel, declarou ao Bom Dia Rio desta quarta-feira (24) que a quebra do metrô causa um impacto ruim na cidade, no entanto, "é uma limitação de infraestrutura que a gente tem na cidade".

"Houve uma quebra, a gente não controla esse tipo de evento. Copacabana é um local que você tem acesso por metrô e ônibus, quando quebra o metrô realmente tem um impacto ruim, não tem uma contingência muito apurada pra isso. É uma limitação de infraestrutura que a gente tem na cidade. O Rio está com um volume de pessoas que não é comum e quando acontece um transtorno desse, obviamente tem um impacto na mobilidade das pessoas e foi numa hora que as pessoas estavam indo para Copacabana e os trabalhadores indo do trabalho para suas casas, então realmente teve um impacto na cidade", afirmou.

Segundo ele, no entanto, as pessoas conseguiram chegar à Copacabana para a missa que abriu a Jornada Mundial da Juventude. Alguns passageiros precisaram andar pelos os trilhos da Estação Central à Estação Presidente Vargas.

"O fato é que todo mundo conseguiu chegar em Copacabana, mais ou menos um milhão de pessoas na missa e o evento ocorreu muito bem. Realmente é uma coisa que impacta na mobilidade, mas essas quebras são coisas que ocorrem, o Metrô já se posicionou, a Secretaria de Transportes imediatamente reforçou ônibus e táxis e as pessoas chegaram em Copacabana", completou.

Em nota, o Metrô Rio declarou que a energia foi cortada para que as equipes pudessem trabalhar com segurança pra consertar o cabo de energia que havia rompido.

Paralisação

O serviço foi paralisado às 16h30 por causa do rompimento de um cabo de energia na altura da estação da Uruguaiana, no Centro. Com a pane, a circulação foi inicialmente paralisada entre Central (Centro) e Catete (Zona Sul) e, mais tarde, às 17h30, todas as estações foram fechadas para embarque, embora as composições estivessem circulando. Houve princípio de tumulto na estação Botafogo e a PM chegou a ser acionada.

Às 18h20, o Metrô disse que estava em processo de normalização do serviço com a reenergização do sistema. Pouco depois das 18h30, em outra nota, a concessionária informou que a situação havia sido normalizada.

A Light informou que o fornecimento para as redes de metrô estava normal em torno do horário e que não apresentou problemas nesta terça. A concessioária afirmou que qualquer problema que afete os trilhos do metrô é de responsabilidade do Metrô Rio.

O secretário de Transportes do Rio, Carlos Roberto Osório, pediu aos consórcios que operam os ônibus que reforçassem suas frotas para suprir o problema no metrô.

A Agetransp abriu boletim de ocorrência para apurar paralisação do transporte. Segundo a agência reguladora, fiscais encontravam-se na via a fim de colher dados preliminares sobre o incidente. A agência informou que estava monitorando a operação do Metrô Rio.

Passageiros relatam a confusão

Passageiros informaram ao G1 que as estações Central e Botafogo estavam fechadas às 17h. Muitos fiéis que iam em direção à cerimônia de abertura da Jornada Mundial da Juventude foram prejudicados.

A geógrafa Tatiana Rocha pagou para ingressar no metrô, mas teve que sair da estação da Cinelândia por causa do excesso de pessoas na plataforma. "Demorei 1 hora para passar na roleta e, quando finalmente consegui, vi que a plataforma estava lotada e que os passageiros que estavam dentro do vagão estavam saindo.Tive que sair de lá, estava muito cheio", disse ela.

Ainda segundo Tatiana, os turistas que estavam no local ficaram confusos com a movimentação e com os vários tipos de roletas, para cartões de embarque diferenciados. "Alguns deles me perguntaram se era sempre assim e se o embarque era confuso sempre", disse.

A bancária Beth Mendonça informou às 17h50 que estava dentro de um vagão paralisado por 1h e meia, entre as estações da Central e Presidente Vargas, no Centro. "Embarquei na Praça XV e já havia muita fila para comprar o bilhete e para entrar na plataforma. Até agora estou paralisada no vagão. Uma senhora estava passando mal por falta de ar e foi transferida de vagão por um policial militar".

PM foi acionada para conter tumulto

Cerca de 20 PMs foram acionados para tentar conter o princípio de tumulto formado por volta das 18h na estação do metrô de Botafogo, pela Rua Nelson Mandela, na Zona Sul, onde cerca de 50 passageiros tentavam entrar na estação.

Um dos passageiros fez um cartaz bem-humorado, como forma de protesto. Ele escreveu no cartaz, #caosrj, e na frente, a frase "também quero um helicóptero", em referência ao inquérito aberto pelo MP que investiga o uso irregular do helicóptero pelo governador Sergio Cabral.

"A gente tava lá dentro e o trem ficou parado uns 15 minutos na Cardeal Arcoverde [em Copacabana]e depois parou em Botafogo. Eles informaram pra gente que não ia voltar [a luz]. Todos nós sabemos, peguei um cartaz, e escrevi # caosrj, e um PM veio falar pra mim que eu ia queria aparecer na mídia", disse.

RF - Clique no link abaixo e assista a reportagem do Jornal Nacional sobre a pane no metrô carioca:

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/07/sistema-de-transporte-do-rio-falha-no-primeiro-dia-de-jmj.html

Porto Maravilha atrai projeto de R$ 3,5 b

24/07/2013 - Valor Econômico, Chiara Quintão

A operadora de shopping centers Westfield, a Related Brasil, a BNCorp e a holding de investimentos do grupo Bueno Netto estão na disputa para desenvolver área de 100 mil metros quadrados no Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, pertencente a fundo imobiliário da Caixa Econômica Federal.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Porto Maravilha terá prédio entregue em dezembro

19/06/2013 - Brasil Econômico

O primeiro empreendimento imobiliário anunciado dentro do projeto do Porto Maravilha, na região portuária do Rio, ficará pronto até o final do ano. Ontem, o Port Corporate Tower, que teve as obras iniciadas em março do ano passado, após a implosão do moinho Marilú, entrou na fase final, com a entrega da última laje que antecede o trabalho de acabamento do prédio. O investimento no empreendimento da Tishman Speyer foi de R$ 250 milhões.

Katherine Farley, diretora sênior de negócios Brasil-China e responsável pela área de Marketing Corporativo global, afirmou ontem, no Rio, que o empreendimento é um marco para o reconhecimento mundial do Rio como umlocal de negócios e investimento.

Serão 22 andares, dos quais 18 destinados a escritórios, ou o equivalente a aproximadamente 35 mil metros quadrados de área locável.

"A região portuária é a nova fronteira de desenvolvimento do mercado imobiliário da cidade, em razão das limitações geográficas do Centro da cidade", afirma Daniel Cherman, presidente da Tishman Speyer. "O nosso pioneirismo nesta nova fronteira está alinhada com a estratégia de negócios que adotamos desde 2001, quando lançamos nosso primeiro projeto na capital", continua ele.

O Port Corporate terá fachada de vidro para aumentar a luminosidade interna e reduzir o uso de energia, além de um telhado verde. Mais de 560 vagas carros estarão disponíveis nos estacionamentos, além de 42 vagas para bicicletas e vestiários com chuveiros para os ciclistas.

Segundo Jorge Arraes, presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP), o Porto Maravilha é o próximo eixo de expansão da cidade, ao lado do atual núcleo comercial e do aeroporto Santos Dumont, do Porto e também de saídas estratégicas para outras regiões do Rio e Grande Rio.

"A decisão de construir o empreendimento demonstra claramente a visão estratégica em relação ao desenvolvimento daquela área, com vocação natural para a expansão do centro financeiro da cidade", afirmou