quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Transporte público integrado será legado da Olimpíada, diz Casa Civil

29/11/2012 - Agência Brasil

Para assessor especial da pasta, todas as obras de mobilidade serão entregues no prazo

Integração entre modais de transporte vai ser positiva para o Rio (crédito: Empresa Olímpica Municipal)

O transporte público integrado será um dos legados dos Jogos Olímpicos de 2016, disse ontem (28), o assessor especial da Casa Civil do Rio de Janeiro, Luiz Otávio de Aguiar. "A ideia é ter um grande anel de alta performance com os transportes integrados. Se houver alguma interrupção de um lado, pode atingir a Vila Olímpica por outro lado", disse.

O anel de transportes integrados prevê a ligação entre o metrô e o veículo leve sobre pneus (VLP). Segundo Aguiar, essa integração será "um dos legados mais importantes" deixado à cidade-sede dos Jogos Olímpicos, no qual os passageiros poderão trocar de meio de transporte sem sair das estações e sem ter que pagar a passagem novamente.

O assessor disse que as obras serão entregues no prazo. Aguiar disse que as obras do Ginásio Maracanãzinho foram finalizadas e que os trabalhos de reforma do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, ficarão prontas antes da Copa das Confederações, que ocorrem no próximo ano.

As declarações foram feitas durante audiência pública da Comissão de Turismo e Desporto sobre o planejamento geral dos Jogos de 2016, que ocorre na Câmara dos Deputados.


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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Serviços gratuitos na região do porto

27/11/2012 - O Dia

Sebrae-rj promove mutirão para pequenos empreendedores

Os pequenos empreendedores da área do Porto do Rio vão ter acesso a serviços gratuitos - como formalização e consultoria especializada - de hoje até o dia 1º de dezembro, na '1ª Semana do Empreendedor da Região Portuária'. A feira ocorre, das 10h às 18h, na Praça do Jornal do Commercio, que fica na Avenida Barão de Tefé, sem número, esquina com a Rua Sacadura Cabral.
No local, haverá serviços gratuitos, como cursos e atendimento feito por especialistas do Sebrae. Os empreendedores locais vão poder ainda tirar dúvidas durante o evento. O objetivo é oferecer um atendimento diferenciado aos pequenos empreendedores da região.
CURSOS E PALESTRAS
Quem quiser poderá fazer formalização e participar de palestras. Ao todo, serão 14 exposições, dentre elas 'Como contratar temporários'. O empreendedor que se formalizar durante a feira vai poder tirar o CNPJ na hora, e levar o kit 'Aprender a Empreender'.
O evento é promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e pela Companhia de Desenvolvimento Urb a no da Regi ã o do Por t o (Cdurp), órgão ligado à Prefeitura do Rio de Janeiro.
O Sebrae realiza ainda um programa chamado 'Negócio a Negócio', que oferece visitas a estabelecimentos, elaboração de diagnósticos e propostas de soluções práticas.
Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-570-0800.


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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Primeiro trecho do Transcarioca será inaugurado com nova ponte

Primeiro trecho do Transcarioca será inaugurado com nova ponte

24/11/2012 - O Globo

Intervenções para a passagem do BRT eliminarão sinal que causa retenções na saída da Linha Amarela na Barra

A primeira das duas pontes estaiadas do BRT Transcarioca (que ligará o Terminal Alvorada ao Aeroporto Internacional Tom Jobim) será inaugurada no fim do primeiro semestre de 2013. A ideia da Secretaria municipal de Obras é abrir a ponte junto com a entrada em operação do primeiro trecho do BRT, entre a Barra da Tijuca e a Taquara. A informação é do coordenador dos BRTs da prefeitura, Eduardo Fagundes. Segundo ele, a construção da ponte na Barra é um dos principais desafios do projeto do Transcarioca, porque a obra, junto à Avenida Ayrton Senna, está sendo feita num terreno turfoso, cujo solo é formado principalmente por materiais resultantes da decomposição de vegetais
- Primeiro, os operários tiveram que cravar estacas profundas e preencher os buracos com concreto na argila mole, antes de começar a erguer a ponte - contou Eduardo.
A expectativa é que o formato estaiado, com a instalação dos tirantes, comece nas próximas semanas. A nova ponte contará com quatro faixas de tráfego, duas das quais serão usadas para a passagem dos ônibus do BRT. As outras duas ampliarão a capacidade da Ayrton Senna no sentido Barra. Junto com a ponte, também estão sendo construídos novos retornos, reordenando o acesso entre as avenidas Ayrton Senna e Salvador Allende.
- Essas mudanças, com a liberação da ponte ao tráfego, permitirão a eliminação de um conjunto de sinais no cruzamento das duas vias. Esses sinais hoje estão entre os principais responsáveis por retenções enfrentadas na descida da Linha Amarela, na chegada à Barra, e por quem deixa Jacarepaguá e Barra da Tijuca pela Salvador Allende - explicou o engenheiro.
A ponte estaiada é a segunda grande intervenção viária entre as avenidas Ayrton Senna e Salvador Allende. Em 2006, a prefeitura reorganizou o trânsito com a construção de novos retornos nas imediações da Vila do Pan. A mudança evitou que os motoristas que deixavam a Salvador Allende para a Linha Amarela tivessem que seguir até o retorno na altura do Via Parque.



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Uso de estação do trem-bala pode gerar R$ 10 bi

25/11/2012 - Valor Econômico, Daniel Rittner

A exploração imobiliária no entorno das futuras estações aumenta a atratividade do primeiro trem de alta velocidade (TAV) brasileiro e pode ajudar na conta final do empreendimento. Após todos os decretos de desapropriação necessários para permitir o avanço das obras, a intenção do governo é aproveitar o potencial do trem-bala na revitalização e modernização das cidades onde ele deverá parar, acelerando as transformações urbanas.
A venda de terrenos ao redor das estações para a construção de grandes centros de negócios ou condomínios de alto padrão, por exemplo, poderá gerar receita líquida - já descontado o custo da desapropriação - de R$ 10 bilhões. No mínimo, segundo cálculos da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), serão R$ 5 bilhões. Esse ganho não entrará no caixa da concessionária responsável pela operação do trem-bala. Ajudará no pagamento da conta para construir a complexa infraestrutura - túneis, pontes e viadutos - do TAV, de acordo com o presidente da nova estatal, Bernardo Figueiredo.
"Em todo lugar do mundo, isso é um potencial enorme. Pode-se trabalhar na revitalização de áreas degradadas, condomínios de luxo, complexos hoteleiros, shopping centers", disse Figueiredo ao Valor. "Cada lugar terá uma vocação. O que fazer com ela vai depender muito da articulação com os municípios e seus planos diretores." Em determinados casos, segundo o presidente da EPL, não será preciso sequer desapropriar grandes áreas particulares, que já são de uma das três esferas de governo - federal, estadual ou municipal.
A Secretaria de Estado dos Transportes do Rio, em documento remetido à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) durante audiência pública do edital do trem, deu uma indicação dos projetos de revitalização no entorno da provável estação Leopoldina (Barão de Mauá), no centro do Rio. Para o secretário Júlio Lopes, essa é a "localização ideal" da última parada do TAV, que define como "elemento central" do projeto de reordenamento da região.
No documento, técnicos do governo estadual apontam a existência de 4,1 milhões de metros quadrados em "áreas planas disponíveis para edificação", nos arredores. A maioria dessas áreas ainda pertence ao poder público - prefeitura, Rede Ferroviária Federal (RFFSA), Companhia Docas (CDRJ), Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae) e Companhia Estadual de Gás (CEG).
Na avaliação do governo estadual, caso seja explorada pela iniciativa privada, essa região poderá atrair novas moradias e criar um bairro para cerca de 500 mil pessoas. A requalificação urbana se dará em volta da avenida Francisco Bicalho e do canal do Mangue, segundo a proposta.
Nas proximidades, estão o Jardim Quinta da Boa Vista e o complexo do Maracanã. Uma das poucas necessidades de desapropriação seria de área residencial "extremamente degradada" no bairro Praça da Bandeira, o que não é visto como impedimento. "A chegada do trem propiciará enorme revitalização da área. Os próprios empresários estão interessados nos terrenos adjacentes", diz Lopes.
Tudo depende, agora, do sucesso da licitação. Para definir a vitória do primeiro leilão do TAV, que ocorrerá em 2013, e cujo edital definitivo está previsto para os próximos dias, a ANTT divulgou dois critérios. Um deles é a apresentação de um preço de referência para construir o empreendimento. Quanto menor o valor, maior a competitividade da proposta. Outro critério, que tem peso bastante importante, é o ágio pago por quilômetro percorrido pelo trem. A outorga mínima estabelecida foi de R$ 66,12 por quilômetro rodado ao longo de toda a concessão do TAV.
Figueiredo estima que isso vai gerar outorga de cerca de R$ 27 bilhões, podendo ser menor (caso haja menos passageiros e trens circulando efetivamente) ou maior (caso mais passageiros do que o esperado procurem o serviço e mais trens acabem circulando).
Na prática, o risco de demanda foi assumido pelo governo, que está "absolutamente convencido" da viabilidade do projeto, segundo o executivo. "Ele não vai sair do papel porque é de interesse do setor privado. Ele vai sair do papel porque é de interesse público", afirma.
O pagamento da outorga pelo operador do TAV será reforçado com os direitos de exploração imobiliária e comercial que o governo colocará à venda em áreas próximas das estações. A combinação das receitas deverá viabilizar a construção da infraestrutura, acredita Figueiredo, mas o custo das obras só poderá ser estimado depois da elaboração do projeto executivo de engenharia.
A EPL contratará esse projeto assim que houver a definição do vencedor e o contrato for assinado. A espera é necessária por causa da tecnologia a ser empregada pelo futuro operador. Em 2014, com o projeto executivo concluído, ou pelo menos avançado, o governo fará uma licitação internacional para as obras de infraestrutura.
A ideia é dividi-las em, no mínimo, dez lotes diferentes, a fim de permitir que a contratação de um número maior de empreiteiras, inclusive estrangeiras, acelere os trabalhos e viabilize a entrada em operação do trem-bala até 2020.


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Itaguaí com obras em ritmo acelerado

25/11/2012 - O Dia

Mais 400 apartamentos serão lançados em frente à rodoviária

A João Fortes Engenharia lança a segunda fase do empreendimento Fusion Work & Live , em Itaguaí, com 402 apartamentos, com o conceito de Smart Residences . Ou seja, unidades de dois quartos com tamanhos que variam de 45 a 109 metros quadrados, incluindo coberturas dúplex no terraço. Os apartamentos vão fazer parte dos residenciais Queens e Brooklyn.
O complexo imobiliário, que reúne lazer completo, trabalho e moradia, será construído em área com mais de 15 mil metros quadrados. No total, serão 1.438 unidades entre lojas, salas comerciais, residenciais com serviços, aparthotel e apartamentos de dois e três quartos.
"Há um ano levamos para Itaguaí um conceito bem sucedido da empresa. Acreditamos que o modelo desse mega complexo atenderia perfeitamente à expansão da região e à expectativa dos investidores. Vendemos 65% das unidades em 11 meses. Antevendo agora os investimentos que já estão sendo feitos e os que ainda estão por vir, vamos lançar a segunda fase", diz Luiz Henrique Rimes, diretor Nacional de Negócios da João Fortes.
O Fusion será construído em frente à rodoviária de Itaguaí. Vale lembrar que o município vem passando por uma revolução com portos, novas indústrias e a Marinha do Brasil. Em dezembro, a prefeitura local também vai entregar mais 1 mil unidades pelo 'Minha Casa, Minha Vida'.



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Sem retorno

Sem retorno

24/11/2012 - O Globo

Mais de 300 operários trabalham no trecho do mergulhão Billy Blanco, perto do Hospital Lourença Jorge, na Barra. Investimento de R$ 60 milhões, terá 480 metros. Vai substituir todos os retornos da avenida Ayrton Senna, em 2013, informa a SMO. É parte do BRT Transcarioca.


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Área ao lado do trem-bala pode render R$ 10 bi

26/10/2012 - Valor Econômico

A Secretaria de Estado dos Transportes do Rio, em documento remetido à ANTT, deu uma indicação dos projetos de revitalização no entorno da provável estação Leopoldina (Barão de Mauá), no centro do Rio.

Por Daniel Rittner

A exploração imobiliária no entorno das futuras estações do trem-bala vai ajudar na conta final do empreendimento. A venda de terrenos para a construção de centros de negócios e condomínios habitacionais, por exemplo, poderá gerar receita líquida de R$ 10 bilhões - descontados os custos de desapropriações - ou, no mínimo, R$ 5 bilhões, segundo a Empresa de Planejamento e Logística. O edital de licitação está previsto para hoje.

O TGV, trem-bala que a França inaugurou em 1981, é um orgulho nacional: já transportou 2 bilhões de passageiros, nunca teve um acidente fatal e quebrou três vezes o recorde mundial de velocidade sobre trilhos. Mas para construir uma rede de 1.860 km, a estatal responsável pela infraestrutura convive hoje com uma dívida líquida de € 29,2 bilhões, ou R$ 78,3 bilhões.

A exploração imobiliária no entorno das futuras estações aumenta a atratividade do primeiro trem de alta velocidade (TAV) brasileiro e pode ajudar na conta final do empreendimento. Após todos os decretos de desapropriação necessários para permitir o avanço das obras, a intenção do governo é aproveitar o potencial do trem-bala na revitalização e modernização das cidades onde ele deverá parar, acelerando as transformações urbanas.

A venda de terrenos ao redor das estações para a construção de grandes centros de negócios ou condomínios de alto padrão, por exemplo, poderá gerar receita líquida - já descontado o custo da desapropriação - de R$ 10 bilhões. No mínimo, segundo cálculos da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), serão R$ 5 bilhões. Esse ganho não entrará no caixa da concessionária responsável pela operação do trem-bala. Ajudará no pagamento da conta para construir a complexa infraestrutura - túneis, pontes e viadutos - do TAV, de acordo com o presidente da nova estatal, Bernardo Figueiredo.

"Em todo lugar do mundo, isso é um potencial enorme. Pode-se trabalhar na revitalização de áreas degradadas, condomínios de luxo, complexos hoteleiros, shopping centers", disse Figueiredo ao Valor. "Cada lugar terá uma vocação. O que fazer com ela vai depender muito da articulação com os municípios e seus planos diretores." Em determinados casos, segundo o presidente da EPL, não será preciso sequer desapropriar grandes áreas particulares, que já são de uma das três esferas de governo - federal, estadual ou municipal.

A Secretaria de Estado dos Transportes do Rio, em documento remetido à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) durante audiência pública do edital do trem, deu uma indicação dos projetos de revitalização no entorno da provável estação Leopoldina (Barão de Mauá), no centro do Rio. Para o secretário Júlio Lopes, essa é a "localização ideal" da última parada do TAV, que define como "elemento central" do projeto de reordenamento da região.

No documento, técnicos do governo estadual apontam a existência de 4,1 milhões de metros quadrados em "áreas planas disponíveis para edificação", nos arredores. A maioria dessas áreas ainda pertence ao poder público - prefeitura, Rede Ferroviária Federal (RFFSA), Companhia Docas (CDRJ), Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae) e Companhia Estadual de Gás (CEG).

Na avaliação do governo estadual, caso seja explorada pela iniciativa privada, essa região poderá atrair novas moradias e criar um bairro para cerca de 500 mil pessoas. A requalificação urbana se dará em volta da avenida Francisco Bicalho e do canal do Mangue, segundo a proposta.

Nas proximidades, estão o Jardim Quinta da Boa Vista e o complexo do Maracanã. Uma das poucas necessidades de desapropriação seria de área residencial "extremamente degradada" no bairro Praça da Bandeira, o que não é visto como impedimento. "A chegada do trem propiciará enorme revitalização da área. Os próprios empresários estão interessados nos terrenos adjacentes", diz Lopes.

Tudo depende, agora, do sucesso da licitação. Para definir a vitória do primeiro leilão do TAV, que ocorrerá em 2013, e cujo edital definitivo está previsto para os próximos dias, a ANTT divulgou dois critérios. Um deles é a apresentação de um preço de referência para construir o empreendimento. Quanto menor o valor, maior a competitividade da proposta. Outro critério, que tem peso bastante importante, é o ágio pago por quilômetro percorrido pelo trem. A outorga mínima estabelecida foi de R$ 66,12 por quilômetro rodado ao longo de toda a concessão do TAV.

Figueiredo estima que isso vai gerar outorga de cerca de R$ 27 bilhões, podendo ser menor (caso haja menos passageiros e trens circulando efetivamente) ou maior (caso mais passageiros do que o esperado procurem o serviço e mais trens acabem circulando).

Na prática, o risco de demanda foi assumido pelo governo, que está "absolutamente convencido" da viabilidade do projeto, segundo o executivo. "Ele não vai sair do papel porque é de interesse do setor privado. Ele vai sair do papel porque é de interesse público", afirma.

O pagamento da outorga pelo operador do TAV será reforçado com os direitos de exploração imobiliária e comercial que o governo colocará à venda em áreas próximas das estações. A combinação das receitas deverá viabilizar a construção da infraestrutura, acredita Figueiredo, mas o custo das obras só poderá ser estimado depois da elaboração do projeto executivo de engenharia.

A EPL contratará esse projeto assim que houver a definição do vencedor e o contrato for assinado. A espera é necessária por causa da tecnologia a ser empregada pelo futuro operador. Em 2014, com o projeto executivo concluído, ou pelo menos avançado, o governo fará uma licitação internacional para as obras de infraestrutura.

A ideia é dividi-las em, no mínimo, dez lotes diferentes, a fim de permitir que a contratação de um número maior de empreiteiras, inclusive estrangeiras, acelere os trabalhos e viabilize a entrada em operação do trem-bala até 2020.

Fonte: Valor Econômico


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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Construção do Arco Metropolitano continua em situação preocupante

19/11/2012 - O Globo

Uma das providências recomendadas no balanço do PAC 2 é a publicação de edital pelo Dnit

Trecho do arco que ligará a Washington Luiz, em Caxias, e a Dutra, em Nova Iguaçu, na altura do municipio de Queimados, vai iniciar a fase de acabamento Custodio Coimbra - 07.10.2012 / O Globo

BRASÍLIA Há mais de um ano, a construção do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro está em situação preocupante, conforme o balanço da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), divulgado nesta segunda-feira. O problema maior ainda se concentra no trecho de 26 quilômetros entre Santa Guilhermina e Manilha, de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

Após o contrato ter enfrentado uma paralisação pela falta de obtenção de jazida, o consórcio responsável pela obra pediu a sua rescisão. Seis meses após o pedido, a situação permanece similar, segundo o balanço do PAC 2.

Uma das providências recomendadas pelo balanço seria o Dnit publicar edital de obras remanescentes até o dia 30. O valor da obra já saltou de menos de R$ 500 milhões para mais de R$ 1 bilhão.

O ministro dos Transportes, Paulo Passos, afirmou que chegou a fazer uma licitação para realizar o trecho sob responsabilidade do Dnit. No entanto, o governo enfrentou dificuldades que não foram possíveis de ser superadas, relacionadas à falta de jazida.

A empresa pediu a rescisão de contrato, e esses 25 quilômetros estão preparados para que, ainda este ano, possamos levar adiante, fazendo a sua licitação disse.

Ele admitiu que obra "certamente" ficará mais cara do que o originalmente planejado.

Estamos em entendimento com o estado do Rio de Janeiro para saber o que caberá ao Estado do Rio de Janeiro e ao Governo Federal para essa obra. Mas ela vai avançar dentro da condição de obra em execução normal disse.

No cronograma original, a conclusão do Arco estava prevista para setembro de 2010. O prazo passou para 30 de dezembro de 2014, no fim dos atuais mandatos da presidente Dilma Rousseff e do governador Sérgio Cabral.


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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Construção do Arco Metropolitano continua em situação preocupante

19/11/2012 - O Globo

Uma das providências recomendadas no balanço do PAC 2 é a publicação de edital pelo Dnit

Trecho do arco que ligará a Washington Luiz, em Caxias, e a Dutra, em Nova Iguaçu, na altura do municipio de Queimados, vai iniciar a fase de acabamento Custodio Coimbra - 07.10.2012 / O Globo

BRASÍLIA Há mais de um ano, a construção do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro está em situação preocupante, conforme o balanço da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), divulgado nesta segunda-feira. O problema maior ainda se concentra no trecho de 26 quilômetros entre Santa Guilhermina e Manilha, de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

Após o contrato ter enfrentado uma paralisação pela falta de obtenção de jazida, o consórcio responsável pela obra pediu a sua rescisão. Seis meses após o pedido, a situação permanece similar, segundo o balanço do PAC 2.

Uma das providências recomendadas pelo balanço seria o Dnit publicar edital de obras remanescentes até o dia 30. O valor da obra já saltou de menos de R$ 500 milhões para mais de R$ 1 bilhão.

O ministro dos Transportes, Paulo Passos, afirmou que chegou a fazer uma licitação para realizar o trecho sob responsabilidade do Dnit. No entanto, o governo enfrentou dificuldades que não foram possíveis de ser superadas, relacionadas à falta de jazida.

A empresa pediu a rescisão de contrato, e esses 25 quilômetros estão preparados para que, ainda este ano, possamos levar adiante, fazendo a sua licitação disse.

Ele admitiu que obra "certamente" ficará mais cara do que o originalmente planejado.

Estamos em entendimento com o estado do Rio de Janeiro para saber o que caberá ao Estado do Rio de Janeiro e ao Governo Federal para essa obra. Mas ela vai avançar dentro da condição de obra em execução normal disse.

No cronograma original, a conclusão do Arco estava prevista para setembro de 2010. O prazo passou para 30 de dezembro de 2014, no fim dos atuais mandatos da presidente Dilma Rousseff e do governador Sérgio Cabral.


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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Praia exclusiva do Exército vai abrigar um clube VIP no verão

21/11/2012 - O Globo, Simone Candida

Alugado por R$ 300 mil, espaço terá apresentação de DJs e restaurante

Considerado um dos espaços mais democráticos da cidade, a praia carioca vai ganhar uma área VIP no próximo verão. Como antecipou a coluna Gente Boa, do GLOBO, um trechinho da orla dentro do Forte de Copacabana, entre o Posto Seis e a Praia do Diabo, abrigará o primeiro beach club do Rio. Inspirado nos clubes privativos de balneários europeus, o Aqueloo Beach Club terá heliponto (no Forte), apresentações de DJs famosos, três camarotes, local para massagem e restaurante comandado pela chef Monique Benoliel. Idealizado para oferecer gastronomia e entretenimento cinco estrelas, o empreendimento, que só funcionará no verão, irá receber 500 pessoas por dia. O valor do ingresso ainda não foi divulgado.
O beach club fica numa área usada como espaço de confraternização por militares. Em frente à construção de telhado vermelho, há uma pequena praia que só tem areia durante os quatro meses de verão. O acesso é por uma precária escada. O comando do Forte cobrou um aluguel de R$ 300 mil. A empresa responsável pelo negócio também terá que fazer obras na construção existente, um legado para o Exército.
À frente do empreendimento, estão o empresário Daniel Barcinski, que implantou o projeto da Roda Rio 2016 no Forte, e a empresa Seven Music Entertainment. Segundo Barcinski, estão sendo investidos cerca de R$ 2,5 milhões.



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Grandes empresas vão se espalhar pelo porto

21/11/2012 - O Dia

Além de prédios comerciais e grandes empreendimentos, a região também ganhará apartamentos, fazendo saltar a população local de 20 mil para 100 mil moradores

A realização do projeto Porto Maravilha vai modificar a face de toda a região, que se estende desde a Praça Mauá, no Centro da cidade, até o Caju, na Avenida Francisco Bicalho, passando pelos bairros da Saúde, Gamboa e Santo Cristo. Tudo o que se refere à mudança é superlativa, a começar pelos recursos a serem investidos.
Para transformar a região similar ao de Puerto Madero, em Buenos Aires e, até mesmo de outros países, o Porto Maravilha está orçado em R$7,6 bilhões e realizado por meio de parceria público-privada. A previsão é de que as obras sejam concluídas até 2015. Do total, R$ 4,1 bilhões serão aplicados em revitalização, reurbanização e infraestrutura e os R$ 3,5 bilhões restantes representam prestação de serviços municipais.
A revitalização e o fato de cada vez mais empresas se instalarem na região deve incentivar que o número de moradores locais salte dos atuais 20 mil para mais de 100 mil até o final das obras. Apenas o Porto Olímpico, que englobará equipamentos não esportivos para a Olimpíada de 2016, terá 1.330 apartamentos, que após os Jogos, serão postos à venda para servidores públicos municipais.
Para a região há 70 projetos aprovados e outros 39 em análise na Prefeitura do Rio. Além de hotéis e centros de convenções, a área vai abrigar diversos edifícios comerciais. A empresa de telefonia GVT está investindo R$ 5 milhões na reforma de um prédio na área, assim como o Banco Central do Brasil vai empregar R$ 80 milhões em sua nova sede no local. Fontes do setor garantem que a Oi tem projetos para mudar a sua sede para a região (apesar de a companhia não confirmar a informação).
Confirmando a vocação da cidade do Rio para tecnologia, a Microsoft acaba de anunciar investimento de R$ 200 milhões para a revitalização de um prédio histórico na região. Grandes empresas como Tishman Speyer, MDI, CHL, São Carlos, Realty, Fibra Experts, Sandria Projetos e Construções são algumas que se instalarão na região.


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Obras do futuro Parque Olímpico no antigo autódromo Nelson Piquet devem durar até janeiro de 2016

20/11/2012 - O Globo, Luiz Ernesto Magalhães

Informação foi divulgada nesta terça-feira pelo prefeito Eduardo Paes

A prefeitura pretende entregar os equipamentos esportivos do futuro Parque Olímpico em construção no terreno do antigo autódromo Nelson Piquet no terceiro trimestre de 2015 para a realização de uma série de eventos-teste. As obras de urbanização do Consórcio Rio Mais realizadas em uma PPP com a prefeitura, no entanto, só serão concluídas em janeiro de 2016.
A informação foi divulgada nesta terça-feira pelo prefeito Eduardo Paes e a presidente da Empresa Olímpica Municipal (EOM), Maria Silvia Bastos Marques em uma apresentação dos projetos a jornalistas brasileiros e estrangeiros que acompanham um seminário organizado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) no qual representantes dos Jogos de Londres repassam para os colegas brasileiros as experiências da organização do evento.
O Município já abriu licitação para escolher as empresas que farão os projetos das instalações esportivas provisórias (parque aquático e os complexos de tênis e handbol) e do novo velódromo. O processo ainda não terminou porque as datas das concorrências precisaram ser revistas enquanto o Tribunal de Contas do Município (TCM) esclarecia sobre o projeto.
A previsão é que as obras propriamente ditas sejam licitadas no segundo trimestre do ano que vem com recursos do Ministério do Esporte. O Consórcio Mais ficará responsável por construir as instalações definitivas que após as Olimpíadas formarão o Centro de Treinamento do Comitê Olímpico Brasileiro onde atletas de grande potencial poderão treinar.
Na entrevista, Eduardo Paes criticou o presidente da Federação de Ciclismo do Rio, Cláudio Santos, que reclamou da decisão de desativar o velódromo atual, construído para os Jogos Pan-Americanos de 2007, por não atender aos parâmetros olímpicos. Em acordo entre a prefeitura e o Ministério do Esporte, a estrutura atual será desmontada no primeiro trimestre de 2013 e transferida para Goiânia. No último dia 15, cerca de 200 ciclistas aproveitaram a última etapa do Campeonato Carioca na categoria estrada para fazer um protesto no Aterro do Flamengo contra a decisão.
- O que vai mudar é que a seleção brasileira terá que passar a treinar em Goiânia em lugar do Rio de Janeiro. É inacreditável que o presidente da Federação continue com essa demagogia. Eu também queria que a seleção ficasse no Rio. Mas mesmo se o velódromo atual fosse mantido e aproveitado nos Jogos Olímpicos eles ficariam sem lugar para treinar porque precisaria passar por reformas - disse o prefeito.
Em relação à imprensa internacional, um dos pontos questionados foi a relação entre a remoção de comunidades carentes e a realização dos Jogos Olímpicos. Segundo Paes, muitas vezes há interpretações erradas sobre o que está sendo feito ao comparar remoções na Pedra Lisa (Morro da Providência) e na Favela do Metrô (Mangueira) com o projeto de transferir a Vila Autódromo para um conjunto do Minha Casa Minha Vida na Estrada dos Bandeirantes.
Na Providência e na Favela do Metrô o que estamos desenvolvendo são projetos a cidade. As remoções na Providência são para implantar um teleférico e do Metrô porque a comunidade está colada junto a uma linha de trem. Sobre a Vila Autódromo, ela não faz parte do Projeto do Parque Olímpico. Mas Paes lembrou que parte da comunidade é formada por moradias de classe média. E lembrou que a prefeitura já ganhou em primeira instância uma ação que prevê a remoção de várias casas que se encontram na faixa marginal de proteção do Arroio Fundo.
À tarde, depois de se reunir com a imprensa no Autódromo, o prefeito Eduardo Paes almoçou com a cúpula do Comitê Olímpico Internacional no Palácio da Cidade, em Botafogo, numa agenda que não foi divulgada por sua assessoria. À mesa estavam o ministro do Esporte, Aldo Rebelo; o governador Sérgio Cabral; a presidente da Comissão de Coordenação do COI, Nawal el Moutawakel; e o diretor-geral do COI para as Olimpíadas, Gilbert Felli. No encontro, Aldo expôs para o COI o plano Brasil Medalhas. O projeto tem como meta que o país fique entre os dez primeiros no número de medalhas nas olimpíadas de 2016.


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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Ruas livres

15/11/2012 - Jornal do Commercio, Marcia Peltier

O túnel da Via Binária, em construção na Praça Mauá, entrou uma nova fase, com a abertura dos túneis lateralmente. A Concessionária Porto Novo está escavando esses poços para dar acesso a operários e máquinas e permitir a entrada e saída de material, com menos interferência no trânsito.


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Casas Casadas vão virar centro cultural

19/11/2012 - O Globo, Gabriel Cariello

Imóvel de Laranjeiras abrigará seis cinemas e centro gastronômico

Patrimônio: Imóvel de Laranjeiras é tombado pela prefeitura desde 1994 Camilla Maia

O secretário municipal de Cultura, Sérgio Sá Leitão, confirmou a intenção de construir um centro cultural no conjunto imobiliário Casas Casadas, em Laranjeiras, como noticiou neste domingo a coluna Gente Boa. O pré-projeto inclui a construção de seis salas de cinema, um pequeno centro gastronômico, além de espaços para aulas, reuniões e debates culturais. Segundo o secretário, o projeto espera a aprovação da Subsecretaria municipal do Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design, já que o prédio é tombado como patrimônio histórico pela prefeitura desde junho de 1994.
- A ideia é transformar as Casas Casadas em um centro cultural. A primeira versão do projeto está pronta, mas ainda precisa ser aprovada porque o imóvel é tombado. Depois da aprovação, vamos procurar a associação de moradores e ouvir sugestões - explicou o secretário.
Construído no século XIX, o prédio de arquitetura neoclássica passou por reforma, orçada em R$ 3,7 milhões, entre agosto de 2002 e setembro de 2004. Desde então, abriga a RioFilme. O Espaço Rio Carioca, misto de café, bar e livraria, em funcionamento desde 2007, fechou este ano.
Para o cineasta Sérgio Bloch, morador da Rua Leite Leal, além dos cinemas, o projeto poderia incluir o funcionamento de galerias de artes:
- Gosto da ideia de ter cinemas por perto, mas preciso conhecer melhor o projeto. Serão salas pequenas para filmes de arte? É que me pergunto se Laranjeiras tem demanda para seis salas de cinema - diz.


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Vai ficar bom

18/11/2012 - O Globo

As Casas Casadas, em Laranjeiras, vão ser ocupadas por seis salas de cinema. A parte que dá frente para a Rua Leite Leal, que já corresponde a seis casas, com seis escadas, ganhará projetos individuais, com direito a pequenos cafés para cada uma delas. O edital sai em 2013. Salas maiores do prédio serão destinadas a workshops, do tipo Casa do Saber.


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Multiplan destina R$ 1,2 bi a shoppings no Rio

17/11/2012 - O Globo

Grupo vai inaugurar, em cinco dias, dois centros de compras, em Campo Grande e na Barra, ainda este ano

Beira R$ 1,2 bilhão o volume de investimentos da Multiplan no Rio no período 2008-2014. Ainda este ano, entram em operação na capital fluminense dois novos shoppings do grupo. Sozinho, o VillageMall, na Barra, abocanhou quase metade do aporte. Projeto de alto luxo, abre as portas dia 4 de dezembro, ao custo de R$ 497 milhões. Cinco dias antes, entra em operação o ParkShopping, em Campo Grande, de olho nas classes B e C da Zona Oeste. O mall terá 42,3 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL, no jargão do setor). É mais de meio BarraShopping, outro empreendimento alvo de investimentos. Até 2014, o Barra ganhará expansão de 9,5 mil metros quadrados. Serão mais dois pisos de lojas e dois de escritórios. "O grupo tem um dos maiores planos de investimento em andamento na cidade" sublinha Armando D'Almeida, vice-presidente e diretor financeiro do grupo empresarial que José Isaac Peres fundou 37 anos atrás e hoje é dono de 15 shoppings em funcionamento no país. Para dar conta de futuras expansões, a empresa pagou R$ 231 milhões no terreno do antigo Walmart, vizinho ao VillageMall.
Para D Almeida, é prova de confiança no Rio.


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Cascadura: um bairro dividido

19/11/2012 - O Dia, Claudio Vieira

De um lado da linha férrea, obras de urbanismo. Do outro, população reclama de abandono

Dividido pela linha do trem, Cascadura começa a receber obras de melhorias urbanas. Mas maquinário e operários levam ao bairro, além de calçamento, pavimentação e luz, o ciúme entre os dois lados da via férrea. É que a maioria dos trabalhos da prefeitura foram realizadas no lado da Praça Nossa Senhora do Amparo, como a instalação de uma Academia da Terceira Idade e do Bairro Maravilha nas vizinhanças da escola de samba Arrastão de Cascadura.
Moradores e comerciantes da metade oposta reclamam que os problemas naquela parte continuam. O principal é causado pelo Rio Ninguém, que transborda até em período de estiagem, formando poças e exalando mau cheiro entre a Avenida Ernani Cardoso e a Praça José de Sousa Marques, onde fica a rodoviária.
"O problema é complexo. Dezenas de imóveis foram construídos irregularmente sobre a laje que cobre o rio. O volume de água não tem como escoar integralmente. A solução seria ampliar o canal e o sistema de escoamento. Mas, para isso, seria necessário desapropriar diversos imóveis construídos sobre o traçado do rio", alega o subprefeito da Zona Norte, André Luís Santos.
Dono de uma farmácia perto do beco onde há vazamento crônico do rio, Rafael Moraes, 32 anos, conta que o problema já espantou outros comerciantes, que fecharam as portas nos últimos anos.
"Quando chove e isso tudo alaga, temos de deixar o balcão para socorrer senhoras que se acidentam ao tentar atravessar a rua. Ou, então, para ajudar motoristas cujos carros ficam com a roda presa em bueiros sem tampas", lamenta.
VILA QUE VAI VIRAR TRAVESSA
Se, de um lado, o Rio Ninguém carrega problemas, do outro, os moradores da Vila Santo Antônio, que liga a Avenida Ernani Cardoso à Rua Padre Telêmaco, comemoram a fase final da urbanização daquele trecho residencial.
Os imóveis dali eram os primeiros a serem inundados pelo transbordamento do rio. Mas a Vila ganhou novas redes pluvial e de esgotamento sanitário, que permitem escoamento imediato. Também recebeu iluminação, calçamento e asfalto com acesso a deficientes.
O aposentado Jorge Rabelo, 67, prevê o ônus que terá que pagar. "Vai aumentar o fluxo de pessoas indo de casa para a rodoviária e vice-versa. A vai acabar virando uma travessa e perderemos a privacidade", conclui. "Mas a garantia de que as enchentes não invadirão mais as casas vale a pena."
Ações sociais em agremiação
Cercada por ruas beneficiadas pelo Asfalto Liso, com novas calçadas e iluminação levadas pelo programa Bairro Maravilha, a quadra da Arrastão, escola de samba do bairro, tenta se reerguer. "A Arrastão precisa voltar aos melhores dias. E o trabalho já começou", diz o vice-presidente Luís Carlos Costa Júnior, o Luca.
A quadra abriga dois projetos esportivos em parceria com o município, para os jovens do bairro. Segundo Luca, a agremiação voltou a estreitar os laços com a comunidade e espera abrir um leque de projetos sociais para atendê-la.
As ações são tão importantes quanto levar um Carnaval para a Avenida", diz o vice-presidente, lembrando que a escola disputará o Grupo D.


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Paes diz que empreendimento imobiliário na Praia da Reserva é legal

19/11/2012 - Agência Rio

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, esclareceu que a instalação do empreendimento imobiliário do Grupo Hyatt, na Praia da Reserva, na Barra da Tijuca - Zona Oeste da cidade - está autorizado desde 2005, antes de sua gestão, e explicou que para impedir novas edificações no local transformará a Área de Proteção Ambiental (APA) de Marapendi, do qual o terreno do hotel já fez parte, em área não edificável, por meio de projeto de lei.

No último sábado (17), cerca de 400 estudantes e moradores – segundo cálculo da Polícia Militar (PM) - organizaram um protesto no local. Vestidos de verde e branco, colaram cartazes e faixas nos tapumes da obra pedindo que o empreendimento seja embargado. Mais uma manifestação está prevista para o próximo sábado (24), na Avenida Sernambetiba.

Eduardo Paes, entretanto, disse que há restrições, mas não uma lei proibindo construções em APA. "Essa é uma área que tinha potencial construtivo. Aliás, toda a região tem. O fato de ser APA não quer dizer que não pode fazer nada, há um equívoco nisso", disse. "Não só ali pode construir, como no resto da reserva também pode", explicou Paes, sobre a região onde está o empreendimento.

Para impedir novas construções de frente para o mar e entre as lagoas, o prefeito lembrou que enviou um projeto de lei para Câmara de Vereadores no início de novembro. "O que estamos fazendo é isso, transformando aquilo que é uma APA em um parque, ou seja, impedindo que se construa qualquer coisa, ou seja, há um ganho", acrescentou.

Durante a manifestação na Praia da Reserva houve confronto com a Polícia Militar quando as duas faixas da Avenida Sernampetiba foram fechadas. Os policiais reagiram com gás de pimenta para liberar a rua.

MS



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domingo, 18 de novembro de 2012

Orla carioca gera 20 mil empregos diretos e fatura R$ 1,4 bi por ano

18/11/2012 - O Globo

Mercado alavanca os lucros de bares, restaurantes, hotéis e até mesmo de indústrias

Lucros à beira-mar. Vendedores de cangas, biquínis e mate percorrem a areia oferecendo seus produtos aos banhistas: mais de mil ambulantes trabalham em cerca de 70 praias cariocas, movimentando a economia Pedro Kirilos

RIO - A economia bronzeada do Rio já mostrou seu valor. Com 20 mil empregos diretos e um faturamento em torno de R$ 1,4 bilhão por ano, diversificado e bem distribuído por 90 quilômetros de praias, a orla carioca é hoje o maior centro de comércio e serviços a céu aberto da cidade. Negócio que parece impulsionado pelas correntes do mar e alcança mercados para além da areia, alavancando os lucros de bares, restaurantes, hotéis e até mesmo de indústrias do país. Só na rede hoteleira da Zona Sul e da Barra, a maré boa rendeu, nos últimos quatro anos, uma arrecadação de R$ 229 milhões em ISS.

Por trás desse sucesso, está o encantamento exercido pelas praias do Rio. Segundo dados da Riotur, elas são o principal destino de turistas brasileiros e estrangeiros que chegam à cidade. Trata-se de uma multidão ávida por consumir. Na última temporada de verão, de dezembro do ano passado a maio deste ano, foram 3,017 milhões de visitantes que deixaram por aqui uma renda de US$ 2,2 bilhões (R$ 4,5 bilhões). Os estudiosos do mercado estão de olho nesse filão.

O perfil do turismo no Rio vem mudando. Sem estações definidas, turistas chegam durante todo o ano, e a economia das praias se mantém aquecida mesmo fora da alta temporada. A sazonalidade do Rio depende diretamente do tempo explica a pesquisadora Margareth Carvalho, gestora de um projeto do Sebrae criado para capacitar esses novos empreendedores que nascem nas areias quentes do Rio.

Internet na divulgação e frete de avião

O mercado das praias chega a reunir um milhão de consumidores nos fins de semana. É o tempo que vai definir, muitas vezes, as ondulações do negócio. Dele depende, por exemplo, a produção diária de uma fábrica do Centro do Rio que detém a marca do biscoito de polvilho mais famoso, o Globo. Em dias de sol, são produzidos 15 mil saquinhos.

Praticamente tudo vai para a orla diz Francisco Torrão, um dos sete sócios da empresa, fundada em São Paulo, em 1953, mas que logo veio para o Rio.

Empreendimento enxuto, mas bem-sucedido. São 22 funcionários preparando os biscoitos que saem da Rua do Senado por R$ 0,80 e são vendidos por até R$ 3 à beira-mar.

A economia legalizada da orla é movimentada por 1.079 ambulantes que trabalham em mais de 70 praias, além de 1.123 barraqueiros e 820 auxiliares.

Nós preferimos ser chamados de empreendedores afirma o presidente da Associação do Comércio Legalizado da Praia (Ascolpra), Paulo Joarez, ex-sacoleiro, hoje proprietário de uma barraca na Praia de Copacabana, na altura da Rua Santa Clara, onde fica a sede da associação. Saí do Sul sem qualquer perspectiva e acabei na praia como ambulante em 1985. Depois montei uma tenda para atender o pessoal de uma rede de vôlei, mas vivia perdendo para o rapa. Em 1996, iniciamos um movimento pela legalização e, no primeiro cadastramento em 1998, conseguimos as licenças provisórias e criamos a associação.

Hoje, Joarez é patrocinado por uma cervejaria que lhe fornece duas caixas térmicas, 30 barracas de sol e 60 cadeiras que ele aluga para os frequentadores. Se saísse do seu bolso, a infraestrutura lhe custaria R$ 9 mil. Bom para os barraqueiros e lucro para a indústria de bebidas. Segundo a associação dos ambulantes legalizados, só as barracas vendem, em média, cem caixas de cerveja por semana no verão carioca, o que dá mais de 1,3 milhão de latinhas. Isso sem contabilizar os ambulantes e os quiosques.

Há 30 anos vendendo empadinhas nas praias, Denílson Guedes, o Bandeirinha de Copacabana, mantém blog e perfil no Facebook para promover o negócio. Já Luís Fernando Barbosa de Oliveira, que revende toalhas trazidas de Natal, faz viagens de avião frequentes para buscar o produto e manter o calor das vendas:

De ônibus não dá. A firma quebra.

O vendedor de chapéus Manoel Inácio da Conceição compra seus produtos mais perto, na Saara, mas mesmo assim não tem vida fácil:

É sol e peso no lombo de 7h às 15h todos os dias e quilômetros de areia para atravessar.

Em frente ao Othon Palace, em Copacabana, Leilamar de Oliveira Rodrigues serve quentinhas. Ou melhor: comanda o mais conhecido serviço de almoço executivo da região.

Acordo às 5h para começar fazer as três receitas do dia, que seguem rigorosamente as regras da fiscalização sanitária garante.

Por dia são até 150 quentinhas, a R$ 10 cada.



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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Justiça arquiva processo que dá prazo para despoluição da Baía de Guanabara

15/11/2012 - O Globo

Sentença desagrada a ambientalistas e desobriga estado de fixar cronograma de despoluição em 2 anos

15/11/2012 - 11h00 | O Globo

Lixo acumulado às margens da Baía de Guanabara, em São Gonçalo: problema ambiental que se arrasta há anos Carlos Ivan/5-10-2010 / O Globo
RIO Dezessete anos depois, o Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG) está no centro de uma polêmica judicial. Uma sentença do juiz Ricardo Starling Barcellos, da 13ª Vara de Fazenda Pública do Rio, arquivou o processo que obriga o governo do estado a apresentar um cronograma de despoluição da Baía de Guanabara num prazo de dois anos. Na decisão, o magistrado alega que ações estão em andamento e observa que a extinção do processo sem o julgamento do mérito não desobriga o estado e a Cedae de continuar atuando de forma eficiente na despoluição da Baía.

A sentença desagradou à promotora Rosani Cunha, autora da ação civil pública, que recorrerá. Rosani classificou a decisão judicial de um desserviço à sociedade e afirmou que vai cobrar eficiência das medidas anunciadas pelo poder público.

Essa decisão é um desserviço à sociedade. Mas o MP vai continuar cumprindo a sua missão e vai recorrer da sentença disse a promotora, que entrou com a ação em 2007. O programa (PDBG) precisa ser complementado com outros projetos. Constatamos, em sobrevoo feito no início do ano, que muitas coisas precisam ser feitas. A qualidade da água da Baía piora a cada dia. Cadê a eficiência das medidas anunciadas pelo governo?

O juiz Ricardo Barcellos argumentou que houve avanço na transparência dos atos dos réus (Cedae, Secretaria estadual do Ambiente e Casa Civil), o que viabiliza a fiscalização da sociedade e do Ministério Público. A função desse processo, que se iniciou em 2007, já foi cumprida. Durante estes cinco anos de tramitação, os réus trouxeram aos autos documentos que demonstram as obras e medidas realizadas e planejadas. Tornou-se mais transparente o programa de despoluição, bem como outras medidas que dele não constavam. Desses documentos, extrai-se que houve avanço no desenvolvimento do PDBG, neste período. O estado vem repassando as verbas consideradas necessárias, escreveu o juiz.

Minc: tratamento de esgoto aumentará

O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, disse que o governo está para pôr em funcionamento mais três das quatro estações de tratamento de esgoto construídas na fase inicial do programa. Disse ainda que será erguida mais uma estação, em Alcântara (São Gonçalo), com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Eu fui um dos maiores críticos da execução do PDBG. Gastou-se muito dinheiro com pouca transparência e pouco tratamento de esgoto. Era como ter um cemitério e não ter corpos para enterrar: as estações foram construídas, mas as redes não saíram do papel. Agora as obras estão em andamento e com ampla transparência disse Minc, prometendo avanços até 2016. Em 2007, o nível de tratamento de esgoto que chegava à Baía era 12%; hoje, está em 36%. Em 2016, será de 80%.

O presidente da Cedae, Wagner Victer, afirmou que a decisão é um reconhecimento dos avanços recentes:

Fico feliz em saber que, tanto por parte da Justiça, como do Ministério Público, há um reconhecimento de que, desde 2007, nós implantamos um novo ritmo no programa de despoluição. Resolvemos problemas históricos, como o da Estação Alegria (de tratamento de esgoto, no Caju). Vamos triplicar o tratamento na Alegria, de 2.500 litros por segundo para sete mil litros. Já estamos superando com obras os compromissos originais.

A decisão judicial, no entanto, causou indignação entre ambientalistas. O biólogo Mario Moscatelli afirmou que a medida só reforça a convicção de que o mal ambiental no Brasil compensa:

Gostaria que o senhor juiz que proferiu a extinção do processo pudesse compartilhar o seu otimismo depois de um sobrevoo sobre a bacia hidrográfica da Baía de Guanabara, que nada mais é do que um gigantesco valão de esgoto, lixo e cadáveres. Tudo fruto das irresponsáveis gestões com recursos públicos.

Dora Negreiros, presidente do Instituto Baía de Guanabara, estranhou a decisão judicial porque, segundo ela, ainda há muito esgoto e lixo na Baía:

Nesses 20 anos, muita coisa foi feita e muita coisa foi malfeita. É verdade que estão retomando as obras, mas ainda falta muito para a Baía recuperar as águas cristalinas do passado. No litoral de Niterói, houve melhora, mas o quadro ainda é ruim no litoral do Rio e da Baixada Fluminense. Falta muita coisa para ser feita, principalmente em relação a esgoto domésticos.


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Aquário: retomada de obra até dezembro

15/11/2012 - O Globo, Isabela Bastos

O projeto AquaRio, de criação de um aquário de visitação pública na Zona Portuária, ganhou sobrevida. A prefeitura deu um ultimato aos idealizadores do empreendimento para que comecem efetivamente a obra até 31 de dezembro, sob pena de perderem a cessão do frigorífico Cibrazem, na Avenida Rodrigues Alves. O grupo também terá que apresentar, até 7 de dezembro, o novo contrato social da empresa gestora do projeto, que será modificado para incluir três novos investidores. Atrasado há dois anos, o projeto será executado pela concessionária Cataratas S/A (gestora dos parques nacionais do Iguaçu e de Fernando de Noronha), pela Esfeco (que opera o Trem do Corcovado) e pela transportadora Bel Tur.

De acordo com o presidente do Trem do Corcovado, Sávio Neves, o grupo terá que licenciar novamente o projeto na Secretaria municipal de Urbanismo, uma vez que a obra foi desmembrada em duas etapas. Na primeira, serão construídos tanques - incluindo o maior deles, com 3,3 milhões de litros - para animais marinhos. As empresas se comprometeram a injetar R$ 80 milhões na primeira fase, prevista para durar 24 meses.

Orçado em R$ 150 milhões, o projeto completo prevê 41 tanques para animais marinhos e de água doce. O restante do aquário só será construído conforme a demanda de público. A Kreimer Engenharia, que conduziu o planejamento do empreendimento nos últimos quatros anos, será a construtora do aquário. Apesar de haver necessidade de novo licenciamento, Sávio Neves não acredita em mais atrasos no início das obras.

- O licenciamento será beneficiado pelo rito sumário que todos os projetos do Porto estão tendo, ficando dentro do prazo dado pela prefeitura - explicou.

O diretor-presidente do AquaRio, Marcelo Szpilman, disse que a demolição de estruturas internas do prédio já começaram. Ele afirmou que as obras deverão ser aceleradas dentro do prazo exigido pela prefeitura, informação confirmada pela construtora.

O prédio do frigorífico é um imóvel municipal tombado, cedido à iniciativa privada em 2008. O contrato de cessão já foi prorrogado duas vezes. A inauguração do aquário estava prevista, originalmente, para o mês que vem.


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Grande hotel

15/11/2012 - O Globo, Ancelmo Gois

O arquiteto oitentão Paulo Casé, autor dos projetos de luxuosos hotéis no Rio, como o novo Glória Palace, o antigo Le Méridien e o Marriott, vai desenhar mais um. Desta vez, para a rede gringa Atrium. O escritório de Casé desenvolve o projeto da Torre Maravilha, que vai ficar na Praça Mauá e terá dois prédios: um para receber o hotel e espaços corporativos; o outro, escritórios. Com pouco mais de 100m de altura, o superedifício terá 25 andares. Aliás, os quartos ficarão nos últimos nove pavimentos, o que vai garantir aos hóspedes uma vista privilegiada.


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Uma referência do setor imobiliário carioca

15/11/2012 - O Globo

O nome Sergio Castro é referência no setor imobiliário do Rio de Janeiro. Há mais de 60 anos atuando na área, o empresário fundou, em 1949, a Sergio Castro Imóveis - a primeira empresa brasileira a se especializar em imóveis comerciais. Também foi um dos criadores do Conselho Federal de Corretores de Imóveis, além de membro de várias entidade do setor, como a Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi) e a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). E ainda colaborou na elaboração da lei que reconhece a profissão do corretor.

Entusiasta do Rio de Janeiro, Castro lançou em 1959 o bairro do Recreio dos Bandeirantes. Defendeu por muitos anos a revitalização do Centro da cidade, tendo participado ativamente de, por exemplo, projetos no porto. Para Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel, a trajetória profissional de Castro foi voltada para o Rio de Janeiro.

- Com certeza, o Sérgio Castro está entre as figuras importantes do nosso cenário.

Foi também colunista do GLOBO, escrevendo por mais de cinco anos a coluna "Nos Bastidores da Locação", onde respondia cartas de leitores.

Em meados da década de 70, aparecia nos noticiários por causa do sequestro do filho Serginho, poucos meses antes do sequestro do menino "Carlinhos".

O empresário Sergio Castro faleceu ontem aos 80 anos, em decorrência de complicações da doença de Parkinson. A cremação ocorre nesta quinta-feira no crematório da Santa Casa, às 10h30, no cemitério do Caju. Deixa viúva, dois filhos e dois netos.


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Beach club no Forte

15/11/2012 - O Globo

Uma praia dentro do Forte de Copacabana, entre o Posto Seis e a Praia do Diabo, vai ganhar o primeiro "beach club" do Rio. Terá heliponto, loja de biquíni, apresentação de DJ (a festa de abertura, em dezembro, deve ser de Tiësto ) e restaurante da chef Monique Benoliel. O beach club ficará aberto até o final do verão e o público alvo é o AAA.


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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Campo de futebol da Maré é ocupado por casebres

14/11/2012 - O Globo

Subprefeitura promete remover construções nesta sexta-feira

Campo de futebol no Complexo da Maré ocupado por casebres Foto de leitor

RIO - Um dos campos de futebol do Complexo da Maré, às margens da Linha Vermelha, na Zona Norte do Rio, vem tendo sua área ocupada por casebres de madeira e construções de alvenaria, diminuindo a área de lazer da comunidade. Localizado na Vila dos Pinheiros, o campo fica próximo à Ponte do Saber, que liga a via expressa à Ilha do Fundão. Em uma das laterais e nos fundos de um dos gols do campo é possível observar pelo menos dez construções em tijolos, em diversos estágios de construção. Já na outra lateral, uma fileira de casas de madeira limita o espaço, como Ancelmo Góis mostrou esta quarta-feira, em sua coluna no GLOBO.

A Subprefeitura da Zona Norte informou, via assessoria de imprensa, ter enviado uma equipe ao local e identificado que as construções em madeira são currais para a criação de cavalos e outros animais. A subprefeitura prometeu remover os casebres numa operação marcada para sexta-feira. Mas o órgão não informou o que pretende fazer com as construções em alvenaria erguidas no local.

Segundo motoristas que circulam pela Linha Vermelha, o avanço das casas sobre o campinho de futebol teria começado há cerca de dois meses. O GLOBO procurou a Associação de Moradores da Vila dos Pinheiros, mas a entidade não se pronunciou.


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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Investimento de R$ 7 bilhões muda a face do Porto do Rio

13/11/2012 - Brasil Econômico

Com projeto similar ao de Puerto Madero, em Buenos Aires, e com significativo atraso em relação a outros países, o Porto do Rio começa a ganhar nova cara com o Projeto Porto Maravilha, orçado em R$ 7,6 bilhões e realizado por meio de uma parceria público-privada. A previsão é de que as obras sejam concluídas até 2015. Do total, R$ 4,1 bilhões serão aplicados em revitalização, reurbanização e infraestrutura e os R$ 3,5 bilhões restantes representam prestação de serviços municipais.

Segundo Sérgio Lopes, diretor financeiro da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio (Cdurp), em pouco mais de um ano de obras, os recursos já estão garantidos e o cronograma está adiantado. Até o momento, R$ 1 bilhão já foram empregados. O projeto inclui uma das intervenções mais discutidas pelos cariocas: a derrubada do elevado da Perimetral.

A vocação imobiliária da área, com potencial de construção de quatro milhões de metros quadrados, tem se confirmado, com o interesse de grandes empresas, algumas com as obras já iniciadas. "Grandes empresas, como a Tishman, já começaram a construir. Temos 70 projetos aprovados e outros 39 estão em análise na prefeitura", diz Lopes.

Além de hotéis e centros de convenções, importantes para que a cidade torne um centro de negócios cada vez mais forte, a área vai abrigar diversos edifícios comerciais. Para Marcelo Haddad, diretor-executivo da Rio Negócios, agência promotora de investimentos na capital carioca, o aumento da oferta de escritórios na região vai ser importante para combater uma das principais críticas dos empresários que desejam vir para o Rio: o custo.

"Várias empresas falam que o Rio é caro. Com a oferta de escritórios, nossa capacidade de atração de negócios se multiplica", explica Haddad, ressaltando, porém, que o projeto vai ser relevante também para as outras áreas centrais do Rio. "O Porto Maravilha vai trazer para a cidade do Rio uma qualidade de instalações rara no Centro. Vai gerar atração, mas também migração. Parte deste Centro 'atual' deve começar a se qualificar quanto às instalações, para não perder seus clientes para o Porto", completa.

A revitalização e o fato de cada vez mais empresas se instalarem na região devem incentivar que o número de moradores locais salte dos atuais 20 mil para mais de 100 mil até o final das obras. Apenas o Porto Olímpico - que englobará equipamentos não esportivos para a Olimpíada de 2016, como a Vila de Mídia, a Vila dos Árbitros, além de dois centros de tecnologia e logística - vai ter 1330 apartamentos, que após os Jogos, serão postos à venda para servidores públicos municipais. Entre as obras que em breve vão mudar a paisagem do Porto do Rio, estão o Centro Cultural José Bonifácio, o Museu de Arte do Rio, a revitalização dos galpões da Gamboa e o Museu do Amanhã, que será entregue ao público em julho de 2014.

Empresas migram para região central da cidade

O número de empresas que se instalará na área do Projeto Porto Maravilha cresce a cada dia. Fontes do setor garantem que a Oi tem projetos para mudar a sua sede para a região (apesar de a companhia não confirmar a informação), acompanhando a decisão tomada pela GVT, que investiu R$ 5 milhões na reforma de um prédio no local, e o Banco Central do Brasil, que vai empregar R$ 80 milhões em sua nova sede. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) também prevê se instalar na região.

Investimento de R$ 7 bilhões muda a face do Porto do Rio

Confirmando a vocação da cidade do Rio para tecnologia, a Microsoft foi a última empresa a anunciar R$ 200 milhões para a revitalização de um prédio histórico na região, que vai abrigar uma aceleradora de negócios, um Laboratório de Tecnologia Avançada e um centro de desenvolvimento da plataforma de busca da companhia, o Bing. No primeiro semestre, a Cisco havia anunciado R$ 50 milhões para a instalação de um Centro de Inovação, na Avenida Presidente Vargas, que apesar de distante da área principal, faz parte do projeto de revitalização da Zona Portuária. A área do Porto Maravilha abriga o Centro de Operações da Prefeitura do Rio e em breve englobará também o Centro de Segurança do Governo do Estado.

Os edifícios comerciais serão um dos destaques da região do Porto do Rio. Grandes empresas, como Tishman Speyer, MDL Realty, CHL, São Carlos, Fibra Experts, além da Sandria Projetos e Construções anunciaram investimentos. Especula-se ainda que, em vez de construir uma nova sede, a Oi poderia ocupar um dos prédios da MDL.

Segundo Marcelo Haddad, diretor-executivo da Rio Negócios, as empresas são atraídas porque a cidade está próxima dos centros comerciais e industriais do país; possui um complexo educacional de engenharia quatro vezes melhor do que outras cidades; abriga grandes empresas, como Vale e Petrobras; e capta talentos. "O acesso ao capital é outro atrativo. É aqui que estão Finep, BNDES e os fundos de pensão", finaliza.


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O Centro revalorizado

13/11/2012 - O Globo, Fabíola Gerbase

"O lugar está com outro aspecto, de cidade mesmo, sabe?" O comentário da contadora Madalena de Freitas Costa, moradora da Travessa Dídimo, no Centro, vem depois da enumeração de mudanças que tem percebido em sua vizinhança: restaurantes e lojas abrindo, mais segurança à noite e melhor iluminação nas ruas. Como vários outros moradores e comerciantes da região, Madalena vive a expectativa do fim das obras no entorno do Centro Empresarial Senado, nova sede da Petrobras a partir de janeiro, no quarteirão formado pelas ruas do Senado e dos Inválidos, pela Avenida Henrique Valadares e pela Travessa Dídimo. Depois de mais de quatro anos de muita poeira e barulho de máquinas, a ida da estatal para o endereço, aliada a obras de urbanização, começa a mudar a paisagem local.

Os pontos comerciais se multiplicam para disputar cerca de dez mil funcionários da Petrobras, mais quatro mil pessoas que visitarão as torres diariamente, segundo estimativas da WTorre Rio, construtora responsável pelo empreendimento de R$ 600 milhões, que será alugado pela estatal. Na Avenida Henrique Valadares 17, a Galeria da Lapa, aberta há poucos meses, oferece 18 boxes para comerciantes - dez já estão ocupados. O aluguel do espaço de cinco metros quadrados custa R$ 3 mil. Há três meses no ponto, os donos do Mix Café estão ansiosos.

- Já adiaram a inauguração das torres algumas vezes. Esta parte do Rio estava meio morta e agora terá grande circulação. Resolvi apostar aqui - diz Patrícia Pinheiro, sócia do café.

Dono do recém-aberto restaurante Rösti Grill, na mesma avenida, Luis Felipe Murray pensa em adquirir outro imóvel na região para mais um negócio. Mas, na corrida por pontos comerciais, a WTorre saiu na frente e comprou 12 sobrados nas ruas do Senado e dos Inválidos, que estão sendo revitalizados e serão alugados para comerciantes. Outras 13 construções da área, incluindo a Igreja de Santo Antônio dos Pobres, o Palácio da Polícia Central e a Sociedade Brasileira de Belas Artes, também estão sofrendo melhorias - algumas são parte do acordo feito com a prefeitura na aprovação do projeto das torres. A previsão de Antonio Paulo Magalhães, diretor da WTorre Rio, é que as obras, na maior parte de recuperação de fachadas, telhados e estruturas, fiquem prontas até o fim do ano, assim como todo o entorno do empreendimento:

- A área vai virar o ano com novos calçamento e paisagismo, além de postes com iluminação em LED instalados. Só ficarão para 2013 a urbanização do trecho que liga o empreendimento à Central do Brasil, pela lateral do Campo de Santana, e a recuperação da Garagem Poula (uma cocheira da época do Império), que compramos com a intenção de ocupar com uma livraria e um bistrô. Já funcionam na região 12 câmeras.

Os novos tempos vêm acompanhados pela alta vertiginosa dos preços de imóveis que se vê em outras partes da cidade. Um estudo imobiliário sobre a região encomendado pela WTorre Rio mostra um aumento de até 450% nos valores entre 2007 e maio de 2012. A experiência de compra da própria empresa mostra a elevação.

- Na aquisição dos primeiros sobrados, pagamos entre mil reais e R$ 1,5 mil pelo metro quadrado. Nos últimos, o valor já estava em R$ 10 mil - conta Magalhães.

Imóvel de R$ 135 mil hoje vale R$ 450 mil

Outro exemplo é o prédio residencial na Rua da Relação 43, que acaba de ficar pronto. O comandante de embarcações José Carlos Ramos comprou em 2010, ainda na planta, duas unidades de quarto e sala por R$ 135 mil. Hoje, cada apartamento não sai por menos de R$ 450 mil.

Morando de aluguel num imóvel de dois quartos na Travessa Dídimo, o bancário Michel Costa conta que o valor do contrato há dois anos era de R$ 900. Hoje, os proprietários não pedem menos de R$ 2.200.

- Apesar do aluguel mais caro, os moradores estão empolgados. Sofremos um bocado com as obras, várias construções tiveram rachaduras e agora queremos ver o resultado. O trânsito é que ficará um caos - teme Michel.

O Centro Empresarial Senado inclui no subsolo uma garagem com cinco pavimentos e cerca de duas mil vagas, num estímulo ao uso do carro no Centro Histórico que vai na contramão das tendências internacionais de sustentabilidade. Segundo Magalhães, cerca de cinco mil funcionários da Petrobras vão de carro para o trabalho. Moradores como Michel acreditam que as vias estreitas da região não suportarão tamanho movimento de veículos. O diretor da WTorre Rio argumenta, no entanto, que um acordo com a CET-Rio garantirá boa fluidez ao trânsito: serão instalados 14 sinais luminosos na área, que poderão ser ajustados de acordo com os fluxos de cada horário do dia; as ruas ganharão recuos para os pontos de ônibus; e as áreas de estacionamento nas vias serão eliminadas.

Três dos sobrados comprados pela WTorre já têm destino certo. O que fica na esquina da Henrique Valadares com a Rua dos Inválidos abrigará um banco. Já dois sobrados contíguos na Inválidos terão seus espaços internos integrados para receber uma filial de uma rede de fast food. Entre a futura lanchonete e o banco, fica a papelaria Radial, no número 98 da Inválidos. Funcionando ali desde os anos 50, o estabelecimento foi alvo de uma oferta de compra de R$ 6 milhões da WTorre. A resposta dos irmãos proprietários do negócio foi "não".

- Nascemos e moramos aqui. Não é agora que as coisas tendem a melhorar que vamos nos desterrar. Contribuímos muito para que esse terreno (das torres) não fosse invadido (eles costumavam alertar a polícia para a presença de invasores). Ele ficou abandonado por anos - conta Manuel Silva, um dos donos da papelaria.
Uma das expectativas de Manuel é se a nova rede de drenagem instalada pela WTorre nas ruas da área e o piscinão para captar a água da chuva serão eficientes para dar um fim às constantes enchentes. Segundo Magalhães, as tubulações de esgoto e de águas pluviais foram separadas. Já a capacidade do piscinão - de oito milhões de litros de água - foi definida com base no maior índice de chuva dos últimos 25 anos.

No local viveram Villa-Lobos, Dalva de Oliveira e Mário Lago

Esta não é a primeira vez que o terreno da Rua do Senado onde foram construídas as torres sofre uma grande mudança depois de um período de abandono. Até 1890, ficava ali a Chácara dos Inválidos, uma propriedade decadente que servia de abrigo para pessoas sem moradia. Em seu lugar, naquele ano, começou a construção da Vila Rui Barbosa, que ocupou todo o quarteirão com 145 casas para famílias e 324 cômodos para solteiros em sobrados. A curiosidade é que, nos andares para solteiros, era exigido um casal na extremidade de cada corredor para se manter a decência.
Inaugurada em 1901, a vila só ficou pronta em 1912. Em seu interior, de ruas arborizadas, havia também uma lavanderia, armazéns e uma carvoaria. O conjunto arquitetônico em estilo eclético, construído para ser uma vila operária, acabou ocupado por cariocas de classe média.

No livro "No tempo da Vila Rui Barbosa", o jornalista Celso Balthazar detalha histórias dos moradores ilustres da vila, que, no final da década de 1910, já se mostrava um forte reduto de festas.
O músico Heitor Villa-Lobos, por exemplo, morou com a mulher no número 10 da Rua Dídimo. Outros nomes de peso da música brasileira na vila foram Dalva de Oliveira e Herivelto Martins, que levaram para morar lá o parceiro Nilo Chagas, com quem formavam o Trio de Ouro. Já o ator Mário Lago, segundo Balthazar, foi viver na vila ainda menino. O apresentador Silvio Santos e o radialista Luiz Mendes também moraram no conjunto, que acabou demolido nos anos 70. A intenção era construir prédios residenciais no terreno, que ficou desocupado até o início das obras das torres.


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O aquário do Rio

13/11/2012 - O Globo

O AquaRio, o aquário marinho da Zona Portuária, que seria aberto há mais de um ano, começa a ser construído este mês, agora sob o comando de novos sócios, entre eles Savio Neves, do Trem do Corcovado, e dos operadores das Cataratas do Iguaçu. O projeto, quase cancelado por não obedecer prazos estipulados pela prefeitura, terá um orçamento menor, de RS 80 milhões.



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Futura sede da Petrobras atrai empreendimentos e revitaliza área do Rio antigo

13/11/2012 - O Globo

Os pontos comerciais se multiplicam para disputar cerca de dez mil funcionários da empresa

Casario no entorno do novo prédio da Petrobras, na Rua do Senado: renovação Carlos Ivan / O Globo

RIO - O lugar está com outro aspecto, de cidade mesmo, sabe? O comentário da contadora Madalena de Freitas Costa, moradora da Travessa Dídimo, no Centro, vem depois da enumeração de mudanças que tem percebido em sua vizinhança: restaurantes e lojas abrindo, mais segurança à noite e melhor iluminação nas ruas. Como vários outros moradores e comerciantes da região, Madalena vive a expectativa do fim das obras no entorno do Centro Empresarial Senado, nova sede da Petrobras a partir de janeiro, no quarteirão formado pelas ruas do Senado e dos Inválidos, pela Avenida Henrique Valadares e pela Travessa Dídimo. Depois de mais de quatro anos de muita poeira e barulho de máquinas, a ida da estatal para o endereço, aliada a obras de urbanização, começa a mudar a paisagem local.

Os pontos comerciais se multiplicam para disputar cerca de dez mil funcionários da Petrobras, mais quatro mil pessoas que visitarão as torres diariamente, segundo estimativas da WTorre Rio, construtora responsável pelo empreendimento de R$ 600 milhões, que será alugado pela estatal. Na Avenida Henrique Valadares 17, a Galeria da Lapa, aberta há poucos meses, oferece 18 boxes para comerciantes dez já estão ocupados. O aluguel do espaço de cinco metros quadrados custa R$ 3 mil. Há três meses no ponto, os donos do Mix Café estão ansiosos.

Já adiaram a inauguração das torres algumas vezes. Esta parte do Rio estava meio morta e agora terá grande circulação. Resolvi apostar aqui diz Patrícia Pinheiro, sócia do café.

Dono do recém-aberto restaurante Rösti Grill, na mesma avenida, Luis Felipe Murray pensa em adquirir outro imóvel na região para mais um negócio. Mas, na corrida por pontos comerciais, a WTorre saiu na frente e comprou 12 sobrados nas ruas do Senado e dos Inválidos, que estão sendo revitalizados e serão alugados para comerciantes. Outras 13 construções da área, incluindo a Igreja de Santo Antônio dos Pobres, o Palácio da Polícia Central e a Sociedade Brasileira de Belas Artes, também estão sofrendo melhorias algumas são parte do acordo feito com a prefeitura na aprovação do projeto das torres. A previsão de Antonio Paulo Magalhães, diretor da WTorre Rio, é que as obras, na maior parte de recuperação de fachadas, telhados e estruturas, fiquem prontas até o fim do ano, assim como todo o entorno do empreendimento:

A área vai virar o ano com novos calçamento e paisagismo, além de postes com iluminação em LED instalados. Só ficarão para 2013 a urbanização do trecho que liga o empreendimento à Central do Brasil, pela lateral do Campo de Santana, e a recuperação da Garagem Poula (uma cocheira da época do Império), que compramos com a intenção de ocupar com uma livraria e um bistrô. Já funcionam na região 12 câmeras.

Os novos tempos vêm acompanhados pela alta vertiginosa dos preços de imóveis que se vê em outras partes da cidade. Um estudo imobiliário sobre a região encomendado pela WTorre Rio mostra um aumento de até 450% nos valores entre 2007 e maio de 2012. A experiência de compra da própria empresa mostra a elevação.

Na aquisição dos primeiros sobrados, pagamos entre mil reais e R$ 1,5 mil pelo metro quadrado. Nos últimos, o valor já estava em R$ 10 mil conta Magalhães.

Imóvel de R$ 135 mil hoje vale R$ 450 mil

Outro exemplo é o prédio residencial na Rua da Relação 43, que acaba de ficar pronto. O comandante de embarcações José Carlos Ramos comprou em 2010, ainda na planta, duas unidades de quarto e sala por R$ 135 mil. Hoje, cada apartamento não sai por menos de R$ 450 mil.

Morando de aluguel num imóvel de dois quartos na Travessa Dídimo, o bancário Michel Costa conta que o valor do contrato há dois anos era de R$ 900. Hoje, os proprietários não pedem menos de R$ 2.200.

Apesar do aluguel mais caro, os moradores estão empolgados. Sofremos um bocado com as obras, várias construções tiveram rachaduras e agora queremos ver o resultado. O trânsito é que ficará um caos teme Michel.

O Centro Empresarial Senado inclui no subsolo uma garagem com cinco pavimentos e cerca de duas mil vagas, num estímulo ao uso do carro no Centro Histórico que vai na contramão das tendências internacionais de sustentabilidade. Segundo Magalhães, cerca de cinco mil funcionários da Petrobras vão de carro para o trabalho. Moradores como Michel acreditam que as vias estreitas da região não suportarão tamanho movimento de veículos. O diretor da WTorre Rio argumenta, no entanto, que um acordo com a CET-Rio garantirá boa fluidez ao trânsito: serão instalados 14 sinais luminosos na área, que poderão ser ajustados de acordo com os fluxos de cada horário do dia; as ruas ganharão recuos para os pontos de ônibus; e as áreas de estacionamento nas vias serão eliminadas.

Três dos sobrados comprados pela WTorre já têm destino certo. O que fica na esquina da Henrique Valadares com a Rua dos Inválidos abrigará um banco. Já dois sobrados contíguos na Inválidos terão seus espaços internos integrados para receber uma filial de uma rede de fast food. Entre a futura lanchonete e o banco, fica a papelaria Radial, no número 98 da Inválidos. Funcionando ali desde os anos 50, o estabelecimento foi alvo de uma oferta de compra de R$ 6 milhões da WTorre. A resposta dos irmãos proprietários do negócio foi não.

Nascemos e moramos aqui. Não é agora que as coisas tendem a melhorar que vamos nos desterrar. Contribuímos muito para que esse terreno (das torres) não fosse invadido (eles costumavam alertar a polícia para a presença de invasores). Ele ficou abandonado por anos conta Manuel Silva, um dos donos da papelaria.

Uma das expectativas de Manuel é se a nova rede de drenagem instalada pela WTorre nas ruas da área e o piscinão para captar a água da chuva serão eficientes para dar um fim às constantes enchentes. Segundo Magalhães, as tubulações de esgoto e de águas pluviais foram separadas. Já a capacidade do piscinão de oito milhões de litros de água foi definida com base no maior índice de chuva dos últimos 25 anos.

No local viveram Villa-Lobos, Dalva de Oliveira e Mário Lago

Esta não é a primeira vez que o terreno da Rua do Senado onde foram construídas as torres sofre uma grande mudança depois de um período de abandono. Até 1890, ficava ali a Chácara dos Inválidos, uma propriedade decadente que servia de abrigo para pessoas sem moradia. Em seu lugar, naquele ano, começou a construção da Vila Rui Barbosa, que ocupou todo o quarteirão com 145 casas para famílias e 324 cômodos para solteiros em sobrados. A curiosidade é que, nos andares para solteiros, era exigido um casal na extremidade de cada corredor para se manter a decência.

Inaugurada em 1901, a vila só ficou pronta em 1912. Em seu interior, de ruas arborizadas, havia também uma lavanderia, armazéns e uma carvoaria. O conjunto arquitetônico em estilo eclético, construído para ser uma vila operária, acabou ocupado por cariocas de classe média.

No livro No tempo da Vila Rui Barbosa, o jornalista Celso Balthazar detalha histórias dos moradores ilustres da vila, que, no final da década de 1910, já se mostrava um forte reduto de festas.

O músico Heitor Villa-Lobos, por exemplo, morou com a mulher no número 10 da Rua Dídimo. Outros nomes de peso da música brasileira na vila foram Dalva de Oliveira e Herivelto Martins, que levaram para morar lá o parceiro Nilo Chagas, com quem formavam o Trio de Ouro. Já o ator Mário Lago, segundo Balthazar, foi viver na vila ainda menino. O apresentador Silvio Santos e o radialista Luiz Mendes também moraram no conjunto, que acabou demolido nos anos 70. A intenção era construir prédios residenciais no terreno, que ficou desocupado até o início das obras das torres.


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Estado terá centro de operações de trânsito

13/11/2012 - O Globo

População será informada, em tempo real, sobre situação do tráfego

RIO - A Secretaria estadual de Transportes deu o primeiro passo para a criação de centro de operações de trânsito que vai abranger o Rio e outras 19 cidades da Região Metropolitana, nos moldes do Centro de Operações da Prefeitura do Rio (COR). Nesta terça-feira, especialistas da Nippon Koei, empresa japonesa de consultoria em sistemas contratada pela Agência de Cooperação Técnica do Japão (Jica), apresentaram a primeira fase da pesquisa para elaboração do Plano Diretor de Tecnologia de Informação para Transportes do Rio, uma preparação para receber os grandes eventos, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.

O Sistema de Inteligência de Transportes (ITS, sigla em inglês), que será implantado para 20 municípios do estado, é uma ferramenta capaz de informar a população, em tempo real, sobre a situação do trânsito para aumentar a eficiência do transporte público e do deslocamento urbano. A etapa divulgada nesta terça-feira mostrou o levantamento da situação dos transportes públicos na Região Metropolitana e o diagnóstico das áreas de fluxo maior de veículos, além do mapeamento da integração entre os transportes municipais e estaduais.

Por meio de tecnologia da informação, o centro de operações será capaz de processar e fornecer dados à população para que seja possível redefinir trajetos, proporcionando a otimização das viagens urbanas.

Temos uma cultura pouco desenvolvida para este tipo de finalidade, e o Japão, com todas a sua experiência em relação a desastres naturais e sua necessidade extrema de fazer o manejo rápido e eficiente das condições de tráfego e trânsito, desenvolveu uma tecnologia sofisticada. Nela, eles monitoram, online, por exemplo, 47 milhões de veículos e são capazes de fechar áreas em minutos e remanejar toda a situação semafórica em segundos disse o secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes.


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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Niemeyer

10/11/2012 - O Globo

O arquiteto Oscar Niemeyer assina e dá nome a complexo que PDG e Latini Bertoletti lançam no Caminho Niemeyer, em Niterói, no início de dezembro. Em terreno de 3.900 m², o Oscar Niemeyer Monumental terá duas torres com Ibis Hotel (293 unidades), 456 salas comerciais e polo de 14 lojas. O valor geral de vendas deve chegar a R$ 299 milhões.


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Cidade dos bairros planejados

11/11/2012 - O Fluminense, Bruno Uchôa

Com muito espaço territorial sobrando , município de Maricá está recebendo, pelo menos, quatro empreendimentos com serviços e comércios, o que valoriza a área

Belezas naturais e a proximidade das principais cidades do estado prometem impulsionar o mercado imobiliário em Maricá. A cidade já tem licenciado ou em processo de licenciamento mais de 36 mil novas unidades residenciais. A maioria dessas unidades será construída em grandes empreendimentos que prometem transformar Maricá na cidade dos bairros planejados. Alguns já estão sendo construídos, caso do Terras Alpha Maricá, do Solaris, e outros dois complexos turísticos, esportivos, comerciais, empresariais e residenciais, que preveem hotéis, shoppings, campos de golf, escolas, hospitais e condomínios.
"Tem ainda um resort, que será construído onde fica a área de proteção ambiental da restinga de Maricá. Pelo menos dois bairros planejados integram o desenvolvimento, um situado em São José do Imbassaí e o outro no Boqueirão", disse o secretário de Desenvolvimento Econômico da cidade, Lourival Casula.
De acordo com ele, o grande trunfo de Maricá e sua localização, próxima a Itaboraí, onde está sendo erguido o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj) e que vai atrair novos moradores, das cidades do Rio e Niterói, e o fato de ser um município com grande extensão territorial.
"O município está próximo de cidades que estão um pouco saturadas como Rio e Niterói. As pessoas vão escolher morar em Maricá", acredita Casula.
Barão Tozini é diretor da Zayd, empresa com sede no Rio de Janeiro, mas que foi atraída para o Leste Fluminense. A construtora é responsável pelo condomínio Solaris. Recém-lançado, o empreendimento teve todos os 517 lotes vendidos em apenas seis horas, diz o diretor da empresa. Segundo ele, a empresa apostou em um condomínio de casas por acreditar que essa é uma vocação de Maricá.
"O Comperj terá um impacto para o futuro. Ele vai agregar. Resolvemos investir porque acreditamos no potencial de Maricá. O terreno do condomínio é muito bonito e bem localizado. O que vai puxar a cidade é Niterói. Muita gente que gosta de morar em casa vai se deslocar para Maricá. Hoje você tem muito lançamento de apartamento e com preços altos. E quase nada de casas", destaca o diretor da Zayd.
O empreendimento terá um clube e um shopping com lojas de conveniência. Barão Tozini revelou que a empresa, animada com o sucesso do empreendimento, já está trabalhando no Solaris 2. O condomínio, nos mesmos moldes, será construído em um terreno de 350 mil metros quadrados ao lado do primeiro lançamento.
"Vamos fazer esse lançamento no ano que vem. O projeto já está sendo feito e deve ficar pronto em seis meses", conta Tozini.
Este mês, a cidade ainda recebeu a visita de uma comitiva de empresários italianos que representa mais de 3 mil investidores, interessados em aplicar recursos que podem somar 60 milhões de euros (R$ 150 milhões).
"Eles ficaram impressionados e estão dispostos a fazer investimentos principalmente no setor imobiliário, em hotelaria e condomínios de alto luxo. Eles veem uma grande oportunidade por Maricá ter uma grande área territorial", completa Casula.
Minha Casa - Apesar de um futuro promissor no mercado de empreendimentos de alto padrão. Lourival Casula lembra que boa parte dos 131 mil habitantes da cidade pertence às classes mais baixas. Segundo ele, serão construídos dois condomínios do projeto Minha Casa Minha Vida, um em Itaipuaçu e o outro no distrito de Inoã, somando 3.076 casas populares.
"A previsão é que os apartamentos sejam entregues no fim de 2013. O condomínio terá 1.472 apartamentos. Serão erguidos 184 imóveis tipo sobrado (que serão financiados pela própria construtora). Em Inoã serão construídas outras 600 unidades habitacionais para as famílias de baixa renda (de 0 a 3 salários mínimos). A área abrigará mais 860 unidades em uma segunda etapa", completa.
Para atender toda essa demanda, Casula garante que a prefeitura vai investir R$ 600 milhões em infraestrutura para garantir abastecimento de água, energia, pavimentação e serviços básicos. No ano que vem, segundo o secretário, a prefeitura deve aprovar um novo plano diretor.


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Torres de Alphaville

10/11/2012 - O Globo

A Gafisa lança na segunda quinzena deste mês o Alphaland. Localizado em parte nobre do condomínio Alphaville, na Barra, o terreno de 24 mil metros quadrados terá cinco torres, com 210 apartamentos. O valor de vendas beira R$ 200 milhões.

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Na Glória

10/11/2012 - O Globo

Acabou a fase das fundações do Glória Palace. O antigo Hotel Glória está sendo revitalizado pela REX, braço imobiliário do grupo de Eike Batista. Foram implantadas 387 estacas e 14 tubulões. A reforma vai custar R$ 300 milhões. Termina em 2014.


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domingo, 11 de novembro de 2012

O começo da demolição do Elevado da Perimetral

11/11/2012 - O Globo

Trecho do elevado será totalmente interditado em abril. Trânsito seguirá por nova avenida

Adeus próximo. A cinco meses da interdição, Elevado da Perimetral é usado hoje por 76 mil veículos por dia Carlos Ivan / O Globo

RIO - Os 144 mil motoristas que usam diariamente o Elevado da Perimetral e a Avenida Rodrigues Alves terão que se acostumar, a partir de abril de 2013, com rotas alternativas de acesso ao Centro e à Zona Sul pela Zona Portuária. A prefeitura decidiu interditar as duas pistas da Perimetral, no trecho entre a Rodoviária Novo Rio e a Praça Mauá, em vez de apenas uma, como estava previsto no cronograma original do desmonte do elevado. Essa parte da obra deverá durar pelo menos dois anos e exigirá também a interdição quase total da Avenida Rodrigues Alves entre a rodoviária e a Rua Rivadávia Correia (na lateral da Cidade do Samba), para dar lugar a um canteiro de serviços. Apenas uma das faixas da avenida, no sentido rodoviária, será liberada ao tráfego. E o trânsito será desviado para a nova Avenida Binário, que, em abril, deverá estar pronta no trecho entre a rodoviária e a Cidade do Samba. A demolição do restante da Perimetral até as imediações do Aterro do Flamengo só será feita em 2015, quando o novo sistema viário da Zona Portuária estiver pronto.

VEJA COMO FICARÁ O PORTO DO RIO APÓS AS OBRAS

De acordo com o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (Cdurp), Jorge Arraes, a decisão de interditar as duas pistas da Perimetral foi tomada há duas semanas, após técnicos da Cdurp e da concessionária Porto Novo, responsável pelas obras do projeto Porto Maravilha, concluírem que as pistas terão que ser usadas no posicionamento de guindastes e caminhões. Os equipamentos de grande porte serão empregados na remoção das 1.008 vigas de aço que sustentam a estrutura somente no primeiro trecho a ser demolido. Com 40 metros de comprimento, cada viga pesa 40 toneladas e será retirada inteira, porque é de interesse do poder público reaproveitar o material em outras obras viárias.

Novos caminhos antes da demolição

A senha para fechar o elevado foi dada quando operários começaram a demolir, em outubro, uma das duas rampas da Perimetral nas imediações da Avenida Barão de Tefé.

Para operar o guindaste que içará as vigas, precisaremos do espaço da Perimetral. Essa logística só ficou clara quando começamos a remover a primeira rampa do elevado justifica Arraes. A Rodrigues Alves terá que ser fechada para abrir caminho para as obras e também por segurança. Apenas a faixa que fica fora da projeção da Perimetral permanecerá aberta.

O presidente da Cdurp admite que o período será de transtornos ao trânsito, uma vez que os motoristas enfrentarão tapumes, desvios e menos espaço para os carros. Hoje, Perimetral e Rodrigues Alves têm juntas dez faixas de rolamento, cinco por sentido. Além disso, as duas faixas de carga e descarga da Rodrigues Alves (uma por sentido e em paralelepípedos) são comumente usadas pelos motoristas para escapar do trânsito lento. Com as interdições, serão sete faixas disponíveis, uma na Rodrigues Alves e outras seis da Avenida Binário (três por sentido). A reabertura da Rodrigues Alves como via expressa, sem sinais, com seis faixas e um túnel, está prevista para dezembro de 2014. Mas até lá a prefeitura apela à paciência dos motoristas:

É certo que as obras vão piorar o trânsito. Pedimos compreensão. Não há outra forma de fazer o trabalho. A intenção é acelerar o serviço noturno, minimizando os transtornos diz Arraes.

Preparando a demolição, ainda este mês a prefeitura começa a remover mais uma rampa do elevado, a de descida da pista sentido rodoviária, também nas imediações da Avenida Barão de Tefé. No espaço será erguida uma rampa provisória, sentido Zona Sul, para atender aos desvios de tráfego dos próximos dois anos. A promessa da prefeitura é que as alças que ligarão o Binário ao Elevado do Gasômetro, em construção ao lado da rodoviária, serão entregues em fevereiro. Já as pistas de superfície do Binário deverão estar prontas em abril; e o túnel sob o Morro da Saúde, em junho. Quem circula pela região já pode ver as obras rasgando as ruas da Gamboa e Equador, que farão parte do novo eixo viário.

Já o segundo túnel do Binário, que ligará a avenida à Rua Primeiro de Março, passando por baixo da Praça Mauá, deverá ficar pronto em dezembro de 2013. Amanhã a concessionária Porto Novo encerra as interrupções de trânsito que vinham sendo feitas no entorno da praça para dar segurança às detonações. Como a perfuração do túnel do Binário já começou a ser feita nos dois sentidos da galeria, e o poço de serviço foi cercado com mantas de segurança, não há mais riscos de projeção de fragmentos das detonações, garante a concessionária.

Com o fechamento da Perimetral entre a rodoviária e a Praça Mauá, os motoristas que entrarem no elevado, vindos do Aterro do Flamengo, serão obrigados a descer a rampa ao lado do Píer Mauá. O diretor de Operações da Cdurp, Luiz Lobo, explica que, a partir desse ponto, os carros seguirão pela Avenida Rodrigues Alves até o cruzamento com a Rua Rivadávia Correia, de onde o motorista poderá optar por seguir em faixa única pela Rodrigues Alves ou entrar no Binário por um desvio que será construído no local. Os que optarem pelo Binário poderão retomar o Elevado do Gasômetro pelas alças que estão sendo construídas ao lado da rodoviária, seguindo caminho para a Avenida Brasil ou para a Ponte Rio-Niterói.

Já os motoristas que vierem da Avenida Brasil ou da Ponte Rio-Niterói, a caminho da Zona Portuária, do Centro ou do Aterro do Flamengo, terão que pegar as alças do Binário e entrar na nova avenida. A partir desse ponto, os motoristas seguirão pela nova avenida até a Rivadávia Correia, de onde retornarão à Rodrigues Alves. Uma vez nela, os motoristas poderão seguir para o Centro pela Avenida Barão de Tefé, que já está reurbanizada. Ou, ainda, subir o Elevado da Perimetral (sentido Zona Sul) pela rampa provisória que já estará construída.

O caminho para a entrada e saída da Zona Sul a partir do Elevado 31 de Março e do Túnel Santa Bárbara também dependerá da Avenida Binário. Com as interdições, não será mais possível entrar na Avenida Professor Pereira Reis ou sair de lá pela Rodrigues Alves. Os motoristas rumo à Zona Sul terão que entrar no Binário e seguir até a Pereira Reis e, dali, retomar o caminho para o Elevado 31 de Março. O mesmo ocorrerá na volta.

A intenção é abrir o Binário tão logo seja possível para que as pessoas possam se acostumar com o novo caminho, antes do fechamento da Perimetral diz Lobo.

Omelete de muitos ovos

De longe a intervenção mais significativa do Porto Maravilha, a demolição da Perimetral tem todos os ingredientes para atormentar a vida dos motoristas até 2015. O prefeito Eduardo Paes admitiu, em pelo menos duas ocasiões, que as obras vão comprometer a circulação viária, que já registra congestionamentos diários, sobretudo para quem chega ao Rio pela Ponte e a Avenida Brasil, pela manhã. Há um ano, ao comentar o oitavo dia seguido de congestionamentos em função da interdição de ruas da região, lembrou que não dá para fazer um omelete sem quebrar os ovos. No mês passado, Paes voltou a alertar que os motoristas terão que ter uma cota extra de paciência com as obras. Segundo o prefeito, além do Porto Maravilha, o Centro receberá outras intervenções de envergadura, como a implantação do BRT Transbrasil e do sistema de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da Zona Portuária, que deverão ocupar simultaneamente muitas vias da área. O Centro estará tumultuado. Não serei o cara mais popular em 2014. Mas não tem jeito, vamos ter que nos acostumar com essa rotina, afirmou.



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